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Teletrabalho obriga 90% das PME portuguesas a reforçar formação em cibersegurança
A consolidação do teletrabalho e dos modelos híbridos alterou profundamente a forma como as empresas portuguesas encaram os riscos digitais. Perante o aumento da complexidade e da frequência das ameaças informáticas, as organizações estão a focar-se cada vez mais na prevenção humana. De acordo com o Relatório de Ciberpreparação da Hiscox 2025, 90% das Pequenas e Médias Empresas (PME) nacionais já investiram em formação adicional em cibersegurança, desenhada especificamente para proteger os seus colaboradores que operam em ambientes de trabalho descentralizados.
Falta de estratégia deixa PME europeias vulneráveis a ciberataques
O mais recente relatório da Kaspersky revela que apenas 29% das pequenas e médias empresas (PME) europeias possuem uma estratégia de cibersegurança totalmente implementada. Apesar de 65% afirmarem ter uma política definida, a maioria reconhece que estas medidas funcionam melhor no papel do que na prática.
Check Point alerta para aumento acentuado de ataques ideológicos
Um novo relatório da Check Point Software Technologies revela um aumento acentuado nos ciberataques motivados por ideologia, impulsionados pelo grupo hacktivista curdo-nacionalista conhecido como Hezi Rash.
Ciberataques disparam em Portugal enquanto GenAI aumenta riscos globais
A Check Point Research (CPR) divulgou o seu Relatório Global de Inteligência de Ameaças de setembro de 2025, revelando que as organizações em todo o mundo enfrentaram, em média, 1.900 ciberataques semanais. Embora o número global tenha diminuído 4% face a agosto, continua 1% acima do registado no mesmo período de 2024, mantendo as ameaças em níveis historicamente elevados.
Relatório Kaspersky alerta para aumento global de malware em Android
O mais recente relatório da Kaspersky revela um aumento preocupante no número de ataques a utilizadores de Android em 2025. No primeiro semestre do ano, registou-se uma subida de 29% face ao mesmo período de 2024 e de 48% em relação ao segundo semestre de 2024. Entre as ameaças mais proeminentes estão os malwares SparkCat, SparkKitty e Triada, a que se juntam aplicações maliciosas disfarçadas de serviços legítimos, incluindo apps de conteúdo adulto usadas para ataques DDoS e até uma VPN falsa que intercetava códigos de login de várias plataformas.