O Serviço de Informações de Segurança (SIS) emitiu um alerta crítico direcionado às empresas e infraestruturas estratégicas nacionais, alertando para o aumento de campanhas de ciberespionagem e sabotagem digital que visam comprometer a resiliência de Portugal. Segundo o serviço de inteligência, os atacantes - frequentemente associados a agentes estatais ou grupos de criminalidade organizada transnacional - estão a utilizar métodos cada vez mais sofisticados para penetrar em redes privadas e governamentais, com o objetivo de furtar propriedade intelectual e dados sensíveis.

A Fortinet anunciou uma série de melhorias significativas no FortiCNAPP, a sua plataforma de proteção de aplicações nativas na cloud, com o objetivo de resolver um dos maiores problemas das equipas de cibersegurança modernas: a sobrecarga de alertas sem contexto. De acordo com o Fortinet 2026 Cloud Security Report, quase 70% das organizações enfrentam dificuldades devido à proliferação de ferramentas desconectadas e a lacunas de visibilidade.

A utilização de inteligência artificial generativa já faz parte do quotidiano da vasta maioria dos jovens em Portugal, mas o fenómeno traz consigo riscos que vão muito além da simples pesquisa escolar. Um alerta recente da ESET revela que quase 9 em cada 10 crianças e jovens portugueses (entre os 9 e os 17 anos) utilizam ferramentas de IA, com 85% a recorrerem a estas plataformas no último mês. Este cenário de adoção massiva coloca os chatbots no centro de uma nova discussão sobre privacidade, segurança digital e desenvolvimento emocional dos menores.

O panorama da cibersegurança em Portugal atingiu um patamar de alerta crítico. De acordo com os dados mais recentes da Check Point Research, as organizações portuguesas estão a enfrentar uma média de 2 086 ciberataques por semana, um valor que coloca o país significativamente acima da média europeia (que se fixa nos 1 764 ataques) e o alinha com a média global. Este volume reflete uma tendência estrutural onde o cibercrime deixou de ser uma ameaça ocasional para se tornar numa pressão constante e permanente sobre o tecido empresarial e institucional nacional.

O FC Bayern acaba de dar um passo decisivo na sua transformação tecnológica ao adotar o RISE with SAP, migrando o seu núcleo operacional para a cloud. Esta decisão estratégica visa modernizar as operações digitais do clube alemão, garantindo maior agilidade, inovação contínua e uma proteção de dados robusta, preparando a instituição para os desafios de um mercado desportivo cada vez mais dependente de dados e inteligência artificial.

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