Um novo alerta de cibersegurança revela que grupos de hackers estão a utilizar o Microsoft Teams como vetor principal para a distribuição de malware, explorando a confiança que os utilizadores depositam nas ferramentas de colaboração interna das empresas. Esta campanha, identificada por investigadores da Truesec, utiliza técnicas de engenharia social sofisticadas para enganar funcionários e contornar as defesas tradicionais de e-mail, como o phishing convencional.
A Warpcom, integrador tecnológico de referência em Portugal, anunciou uma parceria estratégica com a Horizon3.ai, tecnológica especializada em soluções de pentesting (testes de intrusão) autónomas baseadas em Inteligência Artificial. Este acordo visa transformar a forma como as empresas portuguesas avaliam a sua segurança, substituindo os testes pontuais e manuais por uma abordagem de validação contínua e automatizada.
A Commvault, líder em resiliência unificada de dados, anunciou a expansão do seu portfólio de segurança com a introdução de novas capacidades de resiliência de identidade especificamente desenhadas para a Okta. Esta integração estratégica surge num momento crítico, em que as identidades digitais - tanto humanas como de agentes de IA e APIs - se tornaram o novo campo de batalha cibernético e o principal vetor de ataque para invasões empresariais.
A utilização de endereços de e-mail descartáveis está a tornar-se uma defesa essencial no atual panorama de cibersegurança, especialmente após os dados da NordStellar revelarem que 501 milhões de endereços únicos foram expostos na dark web em 2025. Segundo Domininkas Virbickas, diretor de produto da NordVPN, a reutilização do e-mail principal em múltiplos serviços aumenta drasticamente a exposição em caso de violação de dados, tornando as alternativas temporárias uma solução prudente para 2026.
A Kaspersky emitiu um alerta sobre como a utilização de inteligência artificial generativa por cibercriminosos está a apagar as "impressões digitais" humanas que tradicionalmente permitiam a atribuição de ataques. Ao gerar código, e-mails de phishing e conteúdos operacionais de forma neutra e padronizada, a IA elimina erros linguísticos distintivos e padrões específicos de programação, dificultando o trabalho dos analistas de segurança.