A Comissão Europeia confirmou ter sido alvo de um ataque informático direcionado à sua infraestrutura digital. O incidente, que ocorreu na passada terça-feira, visou especificamente os servidores na cloud responsáveis por alojar a presença online da instituição através da plataforma Europa.eu. Embora a equipa técnica de resposta a incidentes tenha conseguido isolar a intrusão de forma relativamente rápida, a gravidade da situação obrigou a entidade a vir a público admitir que houve, efetivamente, um roubo de dados.

A Inteligência Artificial (IA) emergiu como uma ferramenta fundamental para os viajantes europeus, especialmente com a aproximação da época natalícia, simplificando a complexa tarefa de organizar viagens. Segundo um recente estudo da Kaspersky, a principal motivação para recorrer a serviços baseados em IA é a poupança de tempo e a simplificação da preparação, destacada por 65,1% dos inquiridos.

A Associação Europeia de Videojogos (Video Games Europe) lançou a campanha de Natal "Press Play Together", uma iniciativa europeia de sensibilização que visa apoiar pais, mães e educadores no acompanhamento da experiência de videojogos das crianças e jovens.

O mais recente relatório da Kaspersky revela que apenas 29% das pequenas e médias empresas (PME) europeias possuem uma estratégia de cibersegurança totalmente implementada. Apesar de 65% afirmarem ter uma política definida, a maioria reconhece que estas medidas funcionam melhor no papel do que na prática.

A Kaspersky divulgou o relatório “How cyberattackers are targeting SMBs in Europe and Africa in 2025”, revelando uma escalada significativa de ciberataques direcionados às Pequenas e Médias Empresas (PME) europeias e africanas. Segundo os dados recolhidos pela Kaspersky Security Network (KSN) entre janeiro e abril de 2025, Portugal surge entre os países mais afetados, representando 6% de todos os casos detetados no continente europeu. A investigação mostra que os cibercriminosos têm recorrido a malware e aplicações potencialmente indesejadas (PUAs) disfarçadas de ferramentas amplamente utilizadas e confiáveis, como o ChatGPT, o Microsoft Office e o Google Drive, explorando a familiaridade dos utilizadores para se infiltrarem silenciosamente nas redes empresariais.

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