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Kaspersky revela os perigos das contas falsas no Linkedin
O LinkedIn é uma rede social concebida para a comunicação entre profissionais, o que implica uma transparência quase total por parte dos utilizadores e um grau de confiança muito elevado entre completos desconhecidos, uma vez que são trocados dados pessoais. No outono de 2022, o especialista em segurança Brian Krebs descobriu um grande número de contas falsas no LinkedIn, alegadamente pertencentes aos CIO de várias empresas internacionais. Além disso, entre elas havia vários milhares de contas falsas que mencionavam uma empresa real como empregadora.
58% das vendas de malware as a service são ransomware
Um novo estudo da equipa de Digital Footprint Intelligence da Kaspersky revela que o ransomware é o malware as a service (MaaS) mais prevalente nos últimos sete anos. O relatório analisa 97 famílias de malware distribuídas através da dark web. Os cibercriminosos contratam ladrões de informação, botnets, downloaders e backdoors para levar a cabo os seus ataques.
Kaspersky descobre sofisticado ataque contra carteiras de criptomoedas
A Kaspersky descobriu uma sofisticada campanha de ataque contra carteiras de criptomoedas na Europa, nos EUA e na América Latina. O malware DoubleFinger implementa o GreetingGhoul, que rouba criptomoedas, e o Remcos, um Trojan de acesso remoto (RAT). A análise da Kaspersky revela que esta é uma campanha de um elevado nível técnico.
Ataques de ransomware estão mais sofisticados e direcionados em 2023
O ransomware é notícia nos jornais há vários anos consecutivos. Na busca por lucro, os criminosos têm visado quase todo o tipo de organizações, desde instituições de saúde e de ensino a prestadores de serviços e empresas industriais. A Kaspersky publicou um relatório que analisa o que aconteceu ao longo 2022, como está a ser 2023 e as principais tendências para este ano.
Em 2022, as soluções Kaspersky detetaram mais de 74,2 milhões de tentativas de ataques de ransomware, um aumento de 20% em relação a 2021 (61,7 milhões). Já no início de 2023, assistimos a um ligeiro declínio do número de ataques de ransomware. Porém, estes tornaram-se mais sofisticados e direcionados. Além disso, houve uma mudança drástica entre os grupos de ransomware mais influentes e prolíficos. Os REvil e Conti, que ocupavam, respetivamente, o 2.º e 3.º lugar em termos de ataques no primeiro trimestre de 2022 foram substituídos, nos primeiros três meses de 2023, pelos Vice Society e BlackCat. Dois dos outros grupos mais ativos atualmente são os Clop e os Royal.
Executivos portugueses não compreendem a cibersegurança
Um estudo recente da Kaspersky revela que mais de metade dos executivos de topo portugueses considera que as ciberameaças são um risco maior do que o agravamento do ambiente económico para as suas empresas. No entanto, não conseguem definir prioridades de ação devido à terminologia confusa utilizada em cibersegurança.
De acordo com o estudo ‘Separados por uma linguagem comum: podem os executivos de C-level decifrar e agir perante a ameaça real dos ciberataques’, 52% dos gestores portugueses inquiridos considera que os ciberataques são o maior risco enfrentado pelas suas empresas, à frente dos fatores económicos (33%). Porém, 47% dos responsáveis considera que a linguagem utilizada em cibersegurança é o maior obstáculo à compreensão das questões de segurança por parte da sua equipa de gestão.