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O Kaspersky Security for Microsoft Office 365 aumentou a capacidade de proteção do Exchange Online para poder incluir o OneDrive, serviço de armazenamento da Microsoft. Este produto previne não só a infiltração de malware no OneDrive, como a sua propagação através das redes corporativas, graças a múltiplas camadas de proteção, melhoradas com análises heurísticas e comportamentais.

Cada vez mais, as empresas vivem em ambientes digitais dinâmicos onde os colaboradores tendem a participar, partilhar e armazenar dados corporativos. Mas por outro lado, a pressão constante para trabalhar de forma rápida e eficaz, leva a que, por vezes, não se detetem ficheiros ou e-mails fraudulentos que contêm malware, permitindo assim que estes arquivos sejam armazenados em pastas partilhadas na cloud, como o OneDrive.

Apesar de existir uma crescente automatização, o fator humano ainda pode comprometer alguns processos industriais: no ano passado, os erros dos colaboradores e as suas ações intencionais estiveram na origem de 52% dos incidentes que afetaram as redes de tecnologia operacional e de sistema de controlo industrial (OT/ICS). De acordo com a nova investigação da Kaspersky “State of Industrial Cybersecurity 2019”, este problema faz parte de um contexto mais vasto e complexo. A crescente complexidade das infraestruturas industriais exige, cada vez mais, competências de segurança avançadas e as organizações precisam de sensibilizar os seus colaboradores para lidarem com as novas ameaças.

A Kaspersky foi reconhecida como líder no relatório Forrester Wave Endpoint Security Suites 2019. O Kaspersky Endpoint Security for Business encontra-se entre as cinco soluções com pontuações mais altas, tanto na categoria de oferta atual como em presença de mercado.

O Forrester Wave é um guia para empresas que estejam a considerar opções de compra num determinado mercado. Ao avaliar os fornecedores e os seus produtos em função de uma série de critérios estabelecidos, o Forrester classifica objetivamente as empresas de tecnologia e as suas soluções para mostrar o rendimento da sua oferta, estratégia e presença no mercado. Desta forma, os potenciais clientes podem comparar diferentes fornecedores de forma independente através de uma variedade de métricas.

Os hackers recorrem cada vez mais aos sistemas de armazenamento na Cloud como o Google Drive para levar a cabo campanhas de phishing mais eficazes e convincentes. Esta é uma das principais descobertas do relatório da Kaspersky sobre Spam e Phishing relativo ao segundo trimestre de 2019. O relatório também revela que os hackers recorrem a técnicas de maior sofisticação para enfraquecer a reputação online no caso de as empresas não cederem à chantagem que lhes está a ser feita.

Segundo os dados da Kaspersky, no segundo trimestre de 2019 Portugal foi o quinto país que sofreu mais atraques de phishing em todo o mundo. Grécia foi o país com maior percentagem (26,20%) no que diz respeito à ativação de sistemas antiphishing entre abril e junho deste ano. Seguem-se a Venezuela (25,67%), o Brasil (20,86%), Austrália (17,73%), Portugal (17,47%) e Espanha (15,85%).

Num mundo cada vez mais conectado, há alguns serviços de pagamento online e mesmo alguns bancos que pedem que os clientes confirmem a sua identidade através do envio de uma selfie ao mesmo tempo que seguram num documento de identificação (Ex: Cartão de Cidadão). Isto pode acontecer, por exemplo, no momento em que abrem uma conta bancária ou na emissão de um cartão de crédito. Esta é uma maneira prática e simples utilizada por este tipo de serviços na autenticação da identidade dos clientes, evitando, por sua vez, deslocamentos e filas de espera demoradas.

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