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O último relatório da Kaspersky, Taking care of corporate security and employee privacy: why cyber-protection is vital for both businesses and their staff, destaca o "lado humano" dos incidentes de cibersegurança ao avaliar o desconforto e as perdas que os colaboradores enfrentam devido às violações de dados. Segundo esta investigação, cerca de um terço dos trabalhadores das empresas (30%) que estão envolvidos nas consequências destas ameaças falharam eventos pessoais importantes, tiveram de trabalhar durante a noite (32%) ou sofreram stress adicional (33%), enquanto um quarto teve mesmo de cancelar as suas férias (27%). Embora o risco de violação de dados seja uma constante, as organizações precisam de manter sob controlo a segurança dos seus dados, para que estes incidentes não afetem negativamente a conduta dos colaboradores e a reputação da empresa - especialmente durante a pandemia COVID-19. 

De acordo com o Kaspersky’s Family Report, mais de um quarto (28%) dos pais com crianças entre 7 e 12 anos consideram que o acesso a conteúdo nocivo (violento ou sexual) é o maior risco que os seus filhos enfrentam enquanto estão online. Conteúdos impróprios podem ser encontrados em qualquer parte da Internet, mesmo em anúncios que surgem nas aplicações, e quem os produz pode lucrar com este tipo de publicidade. O Kaspersky Safe Kids for Windows recebeu recentemente o prémio de Approved Parental Control de 2019 da AV-Comparatives e ajuda a manter as crianças protegidas contra conteúdo inapropriado.

Nem tudo o que está disponível na Internet é adequado para públicos mais jovens – e a quantidade de conteúdo perigoso disponível online está a aumentar rapidamente. Segundo os especialistas da Kaspersky, para minimizar o risco de as crianças encontrarem conteúdos impróprios, quase 3 em cada 10 pais (28%) tenta monitorizar o tempo que as crianças passam online. Por outro lado, mais de metade (58%) sente que precisa de controlar ou supervisionar os conteúdos que os seus filhos procuram online e de que forma utilizam a Internet.

Recentemente, nos Estados Unidos, a Amazon anunciou que vai contratar cem mil pessoas para fazer face ao aumento das encomendas gerado pela pandemia Covid-19. Já em Portugal, desde que foi detetado o primeiro caso de coronavírus, o montante médio gasto nas lojas online aumentou 6%, de 37,50 para 39,70 euros por compra.

O receio pelo surto está a levar os consumidores a ficarem mais cautelosos com a realização de compras em locais públicos, o que tem provocado uma crescente procura pelos serviços de compras online, não só para adquirir bens essenciais, como artigos de entretenimento e lazer. Tendência esta que se acentua se pensarmos que fazer compras é também uma forma de “passar o tempo” e “combater o tédio” (necessidades que têm aumentado pelo facto das pessoas estarem confinadas em casa durante a quarentena), mas também porque as marcas com sites de e-commerce têm apostado em apresentar boas ofertas, como estratégia para sobreviverem à crise que ameaça o comércio e a economia global.

A Kaspersky anuncia a colaboração com a Siemens e a Singapore Aquaculture Technologies (SAT) para assegurar o funcionamento dos sistemas IT da primeira piscicultura flutuante inteligente de Singapura. A SAT recorreu à solução Kaspersky Industrial CyberSecurity for Nodes para proteger as estações de trabalho e os servidores da nova instalação piscícola, avaliada em quatro milhões de dólares, contra ciberameaças.

A população mundial de peixes continua a diminuir e, como consequência, a aquacultura foi considerada um setor crítico pela Agência Alimentar de Singapura. Para reforçar e assegurar o fornecimento de alimentos ao país, a Singapore Aquaculture Technologies (SAT), uma filial da Wintershine, colocou em marcha a primeira piscicultura flutuante inteligente de Singapura. Com esta solução, estima-se que a instalação produza 350 toneladas de peixe anuais para cobrir a procura crescente de peixe de qualidade na região, além de dar resposta aos desafios das mudanças climáticas levantados pelo declínio da população de peixes.

O trojan bancário “Ginp”, capaz de inserir mensagens de texto falsas na caixa de entrada de SMS de telemóveis Android, surge agora com uma nova funcionalidade que aproveita o atual período de desconfiança provocado pelo surto de COVID-19.  

A partir do momento em que é transferido para o telemóvel da vítima, este trojan pode receber uma ordem por parte do hacker para abrir uma página web denominada "Coronavirus Finder", que assegura que há pessoas próximas de si infetadas com o vírus. Para saber onde estão estas pessoas, é pedido às vítimas que paguem 75 cêntimos para lhe ser revelada a informação. Caso a mesma concorde, é imediatamente transferida para uma página de pagamento, onde tem que introduzir os seus dados do cartão de crédito. Porém, uma vez introduzidos estes dados, a quantia acaba por nem ser cobrada, nem a vítima recebe qualquer informação sobre as “pessoas infetadas”. Em vez disso, são os seus dados do cartão de crédito que vão parar às mãos dos hackers.

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