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IA generativa eleva ciberataques a um novo nível de realismo e perigo
A evolução da Inteligência Artificial generativa está a dar origem a uma nova e perigosa era de ciberameaças, designada pelos especialistas da Check Point Software como "augmented phishing". Esta nova geração de ataques utiliza conteúdos hiperpersonalizados, clonagem de voz e deepfakes em vídeo para criar campanhas de engenharia social tão credíveis que os sinais tradicionais de fraude, como erros ortográficos ou linguagem suspeita, estão a desaparecer por completo.
ESET alerta para a explosão de ciberataques nos Jogos Olímpicos
Os grandes eventos desportivos mundiais sempre funcionaram como ímanes para o cibercrime, e os Jogos Olímpicos de Inverno de Milano Cortina 2026 não são exceção. A ESET emitiu um alerta detalhado sublinhando que já foram identificados ataques a websites e unidades hoteleiras ligadas ao evento.
Ciberataques com recurso a IA duplicam
O Digital Threats Report 2025 da Microsoft revela uma mudança de paradigma no cibercrime: o uso de Inteligência Artificial generativa por grupos de atacantes de nações como a Rússia, China, Irão e Coreia do Norte duplicou no último ano.
Check Point alerta para uso crescente da IA no cibercrime global
A Check Point Research (CPR), equipa de investigação da Check Point® Software Technologies, alertou para a crescente utilização da Inteligência Artificial (IA) por cibercriminosos, que recorrem a estas tecnologias para desenvolver ataques mais sofisticados, rápidos e difíceis de detetar. Apesar de a IA ser tradicionalmente uma ferramenta de defesa no combate ao cibercrime, começa agora a ser usada para fins ofensivos, com destaque para modelos como o WormGPT e o mais recente Xanthorox AI. Este último, lançado em 2025, funciona de forma modular e autónoma, sem necessidade de supervisão humana e em modo offline, garantindo o anonimato e aumentando a resiliência dos ataques.
Kaspersky investiga a indústria de deepfakes na darkweb
Os cibercriminosos oferecem continuamente serviços maliciosos na darkweb, incluindo a criação de deepfakes. Estes não representam apenas um risco para a reputação e privacidade de uma pessoa, mas, também, um perigo para as suas finanças. As ofertas vão desde a criação de deepfakes pornográficos para vingança, até à simulação de ‘criptostreams’ destinadas a serem utilizadas em fraudes com criptomoedas. O custo destes vídeos deepfake varia entre os 300 e os 20.000 dólares por minuto.