Em 2020, a Kaspersky alcançou um crescimento estável de negócio e aumentou a sua receita global não auditada de IFRS para 704 milhões, um crescimento anual (YOY) de 3%. Durante um ano cheio de desafios associados à pandemia, a empresa global de cibersegurança alcançou resultados positivos, protegendo a privacidade dos seus utilizadores e ajudando as empresas a mitigar os riscos de cibersegurança, num contexto de crescente digitalização.

Em 2020, para além da rápida transição para o mundo e ferramentas de trabalho digitais, muitas organizações viram também a necessidade de aumentar os seus níveis de cibersegurança. A Kaspersky trabalha continuamente para oferecer alguns dos melhores produtos e serviços da indústria, assegurando a proteção dos seus clientes em todo o mundo. Neste sentido, a empresa alcançou um sucesso significativo, tanto no segmento B2B (+13% de crescimento anual), como no B2C (+4%). Os resultados de vendas da Kaspersky** em 2020 estão entre os melhores da história da empresa.

Entre 2019 e 2020, o número de utilizadores de serviços da Kaspersky que se depararam com ataques direcionados de ransomware - malware utilizado para extorquir alvos de grande visibilidade, como grandes empresas, organizações governamentais e organizações municipais - aumentou em 767%. Este aumento foi também acompanhado de uma diminuição de 29% no número total de utilizadores afetados por qualquer tipo de ransomware, sendo o WannaCry a família mais encontrada. Estas são algumas das principais conclusões do mais recente relatório da Kaspersky sobre o panorama do ransomware.

Este domingo, dia 25 de abril, após algumas mudanças de data devido à pandemia, a espera acaba e o mundo vai finalmente parar para ver a 93ª edição dos Óscares. Com todas as restrições impostas devido ao coronavírus, os organizadores querem tornar a cerimónia virtual tão emocionante quanto possível. Assim, pela primeira vez na história destes famosos prémios, a cerimónia será realizada não só nos Estados Unidos, mas também em hubs abertos em Londres e Paris. E, enquanto a cerimónia percorre o mundo através do online, os cibercriminosos estão dispostos a tirar o máximo partido deste evento, disseminando ficheiros maliciosos disfarçados das obras nomeadas.

Um novo estudo desenvolvido pela Kaspersky revela algumas disparidades em toda a Europa sobre um futuro partilhado com “pessoas aumentadas”, onde Portugal surge como um dos países mais recetivos em aceitar o aumento/melhoria do corpo humano. Em comparação com a média europeia (51%), os portugueses são aqueles que mais facilmente considerariam namorar com alguém com um aperfeiçoamento tecnológico (65%) e os que mais defendem que as pessoas devem ser livres para fazer o que quiserem com seu corpo (56%), face à média europeia (46%).

Tendo em conta a pandemia global da COVID-19, 35% dos trabalhadores pensam em mudar de emprego nos próximos 12 meses, revela o relatório da Kaspersky “Securing the Future of Work”. Dadas as circunstâncias, os dois maiores motivos referidos para esta mudança de carreira são naturais e compreensíveis, pois incluem receber um salário mais elevado (49%) e manter um equilíbrio justo entre o trabalho e a vida pessoal (41%).

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