Um novo estudo divulgado pela Aon plc revela que as empresas portuguesas estão altamente otimistas quanto ao impacto da Inteligência Artificial (IA), embora enfrentem desafios significativos na preparação das suas equipas e estratégias de Recursos Humanos. O Human Capital Trends Study aponta que 98% das organizações nacionais acreditam que a IA criará novas oportunidades e exigirá o desenvolvimento de novas competências, um indicador que supera a média global (86%) em 12 pontos percentuais.

A Randstad Global divulgou o relatório The Gen Z Workplace Blueprint: Future Focused, Fast Moving, que analisa a forma como a Geração Z (1997-2012) encara o mercado de trabalho. Estes jovens, nativos digitais, permanecem em média apenas 1,1 anos em cada emprego nos primeiros cinco anos de carreira, menos tempo do que qualquer geração anterior. Apesar da mobilidade, 85% afirmam que avaliam novas oportunidades com base nos seus objetivos de longo prazo.

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