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Investigadores da Check Point Research, área de Threat Intelligence da  Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor líder global de soluções de cibersegurança, revelam que um grupo de hackers chineses, o APT31, clonou uma ferramenta cibernética ofensiva de uma unidade de hackers sediada nos Estados Unidos da América, denominada “Equation Group”. O clone esteve em utilização entre 2014 e 2017, 3 anos antes do grupo de atacantes ser exposto. A equipa de investigação da Check Point atribuiu à ferramenta clonada o nome “Jian”, em referência à espada reta de dois gumes utilizada na China nos últimos 2500 anos.

Os investigadores da Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor líder global de soluções de cibersegurança, assinalam que para além dos comuns ataques de phishing existem outras ameaças importantes como é o caso do Business Email Compromise (BEC), um tipo de ataque sofisticado dirigido a empresas que realizam transferências eletrónicas. Para isso, aproveitando-se do sistema de teletrabalho, um cibercriminoso faz-se passar por um alto cargo da empresa (seja ele o CEO ou o Diretor Financeiro), usando a aparência visual do correio eletrónico corporativo para pedir aos empregados de uma empresa que alterem a conta bancária (colocando uma sua) para a realização de uma transferência bancária como meio de pagamento.

Os investigadores da Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor líder global de soluções de cibersegurança, descobriram a identidade de um cibercriminoso apelidado de “VandaTheGod”. Este ciberdelinquente atacou milhares de websites governamentais, de instituições académicas e empresas privadas de todo o mundo desde 2013. Para isto, utilizava o método de “Defacing”, um tipo de ciberataque que consiste em alterar a aparência visual de uma página web. Se no início orquestrava os seus ataques para difundir uma determinada ideologia e enviar mensagens anti-governamentais (hacktivismo), com o passar do tempo começou a roubar credenciais bancárias e a filtrar dados pessoais confidenciais.

Apesar de todos os esforços que se têm dado para sair da crise atual, o COVID-19 mantém-se como o epicentro da atualidade informativa, algo que os cibercriminosos estão a aproveitar para lançar campanhas de ataques maliciosos. Durante os primeiros quinze dias de Maio, os investigadores da Check Point® Software Technologies Ltd. , fornecedor líder global de soluções de cibersegurança, detetaram 192 000 ciberataques semanais relacionados com a pandemia. Estes dados pressupõem um aumento da atividade em 30% comparando com as semanas anteriores e, nesta nova onda de ataques, os cibercriminosos continuam a apostar no phishing como principal vetor de ciberameaça, desta feita fazendo-se passar pela Organização Mundial de Saúde (OMS), pela ONU ou empresas privadas e aplicações como Zoom, Microsoft Team ou Google Meet.

Os especialistas da Kaspersky detetaram um novo esquema de fraude online desenhado para enganar os utilizadores, com o pretexto de obterem uma indemnização pela fuga dos seus dados pessoais. Para realizar estes esquemas, os hackers solicitam aos utilizadores a aquisição de “números provisórios de segurança social” americanos, com o custo de aproximadamente 9 dólares cada um. Rússia, Argélia, Egito e Emirados Árabes Unidos estão entre os países vítimas deste esquema.

A privacidade e a proteção de dados estão entre os temas mais abordados ao longo dos últimos anos. Estes temas não são uma novidade, nem as sanções impostas a muitas empresas que sofreram fugas de dados. Este, tal como outro tema que suscite atenção, tem atraído muitos hackers que anseiam ganhar dinheiro à custa das suas vítimas.

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