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Uma investigação da ESET expôs a tentativa de cibercriminosos beneficiarem da popularidade da app de chat áudio Clubhouse para fornecer malware destinado a roubar a informação de acesso de utilizadores numa variedade de serviços online.

Fazendo-se passar por uma (ainda não existente) versão Android daquela app, o pacote malicioso é distribuído a partir de um website com o mesmo look and feel geral do website genuíno da Clubhouse. O trojan – apelidado de “BlackRock” pela ThreatFabric e detetado por produtos da ESET como Android/TrojanDropper.Agent.HLR – é capaz de roubar os dados de acesso dos utilizadores num mínimo de 458 serviços online.

A ESET foi novamente reconhecida com prémios Top Product nos mais recentes relatórios AV-TEST destinados a análise e certificação de soluções de segurança empresariais e domésticas.

A oferta empresarial da ESET para o sistema operativo Windows, ESET Endpoint Security 7.3, e o seu equivalente para o mercado do consumo, ESET Internet Security 14.0, alcançaram pontuações perfeitas nas categorias de “Protection”, “Usability” e “Performance”, o que permitiu que ambos os produtos fossem premiados com distinções Top Product nos testes de novembro e dezembro de 2020.

Um total de 42% dos utilizadores de computadores e dispositivos móveis em todo o mundo utilizam já uma aplicação FinTech gratuita (home banking, gestão de cartões de crédito, etc.), mas metade desconhece se essa app vende os seus dados.

A revelação foi feita hoje na sequência de um estudo da empresa de cibersegurança ESET, a qual realizou um inquérito global que envolveu mais de 10 mil utilizadores no Reino Unido, EUA, Austrália, Japão e Brasil.

Está a circular uma nova campanha de phishing através de SMS que tem em vista a obtenção de credenciais de acesso a contas de PayPal, adverte a empresa de cibersegurança ESET.

A campanha, que foi referida originalmente pelo site BleepingComputer, consiste em mensagens via SMS que simulam serem enviadas pelo PayPal e que “informam” as potenciais vítimas de que as suas contas foram “permanentemente limitadas” devido a atividade suspeita, razão pela qual deverão verificar a sua identidade, seguindo o link enviado nesse SMS.

Os investigadores da ESET descobriram uma backdoor anteriormente não documentada e sistema de roubo de documentos usado para ciberespionagem. A ESET atribui o programa, designado Crutch pelos seus produtores, ao infame grupo APT Turla. O Turla Crutch esteve em uso entre 2015 e até pelo menos ao início de 2020, e a ESET foi capaz de o identificar na rede de um Ministério de Negócios Estrangeiros de um país da União Europeia, sugerindo que esta família de malware é apenas usada em alvos muito específicos.

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