O mais recente estudo da Surfshark revela que o Gemini, integrado no Chrome móvel, é atualmente o navegador com IA que mais dados recolhe sobre os utilizadores. Entre as informações captadas estão nomes, localização exata, histórico de navegação, dados de pagamento, mensagens de e-mail e texto, e até informações altamente sensíveis, como origem étnica, orientação sexual ou incapacidades.
A Check Point está a preparar as organizações para a chegada da era da computação quântica, que ameaça comprometer os algoritmos clássicos de encriptação usados atualmente em VPNs, TLS e identidades digitais. O risco imediato, conhecido como "harvest now, decrypt later", consiste na captura de tráfego encriptado hoje para ser decifrado futuramente quando os recursos quânticos estiverem disponíveis.
Em Portugal, quase metade dos utilizadores de PCs ainda utilizam o Windows 10, apesar do fim do suporte oficial estar marcado para outubro de 2025. Segundo dados da Kaspersky, 49,9% dos portugueses mantêm este sistema operativo, enquanto apenas 42,3% já migraram para o Windows 11. No setor empresarial, 45,9% ainda trabalham com o Windows 10, e entre os utilizadores individuais a percentagem sobe para 50,6%.
A equipa de investigação da ESET revelou os primeiros indícios de colaboração entre dois grupos de ciberespionagem associados ao FSB russo: o Gamaredon e o Turla. Ambos participaram em ataques direcionados a alvos estratégicos na Ucrânia, sendo que o Gamaredon forneceu a porta de entrada com as suas ferramentas e o Turla conseguiu depois controlar implantes já presentes nas máquinas comprometidas.
À medida que se aproxima o Mundial FIFA 2026, os investigadores da Check Point identificaram uma rede crescente de domínios suspeitos ligados à competição, revelando a preparação de uma verdadeira infraestrutura digital de fraude. Desde agosto de 2025, foram registados mais de 4300 domínios relacionados com a FIFA, países anfitriões e cidades sede, muitos deles criados em picos coordenados, sinal claro de atividade automatizada e planeada.
A NordVPN lançou uma nova funcionalidade no seu pacote Proteção Contra Ameaças Pro™, destinada a identificar endereços de carteiras de criptomoedas potencialmente perigosos durante a navegação na Web. A ferramenta visa proteger os utilizadores de transações arriscadas e evitar perdas financeiras ao gerir ativos digitais, num contexto em que os cibercriminosos já roubaram mais de 2,5 mil milhões de dólares em ataques e burlas de criptomoedas apenas em 2025.
