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A Commvault, líder em resiliência unificada de dados, anunciou a expansão do seu portfólio de segurança com a introdução de novas capacidades de resiliência de identidade especificamente desenhadas para a Okta. Esta integração estratégica surge num momento crítico, em que as identidades digitais - tanto humanas como de agentes de IA e APIs - se tornaram o novo campo de batalha cibernético e o principal vetor de ataque para invasões empresariais.

O mercado de vulnerabilidades de alto nível na dark web atingiu um novo patamar de agressividade com a descoberta de um anúncio que comercializa um exploit de "dia zero" (Zero-Day) destinado às versões mais recentes do sistema operativo da Microsoft. O código malicioso está a ser vendido por um valor fixo de 220.000 dólares (cerca de 202.000 euros), um preço que reflete não só a sua eficácia, mas também a sua capacidade de contornar as defesas de segurança mais modernas implementadas no Windows 10 e Windows 11.

A utilização de endereços de e-mail descartáveis está a tornar-se uma defesa essencial no atual panorama de cibersegurança, especialmente após os dados da NordStellar revelarem que 501 milhões de endereços únicos foram expostos na dark web em 2025. Segundo Domininkas Virbickas, diretor de produto da NordVPN, a reutilização do e-mail principal em múltiplos serviços aumenta drasticamente a exposição em caso de violação de dados, tornando as alternativas temporárias uma solução prudente para 2026.

A Kaspersky emitiu um alerta sobre como a utilização de inteligência artificial generativa por cibercriminosos está a apagar as "impressões digitais" humanas que tradicionalmente permitiam a atribuição de ataques. Ao gerar código, e-mails de phishing e conteúdos operacionais de forma neutra e padronizada, a IA elimina erros linguísticos distintivos e padrões específicos de programação, dificultando o trabalho dos analistas de segurança.

Um novo estudo global da Kaspersky revela que a vasta maioria das empresas europeias está a redefinir a gestão da sua segurança digital, com 70% das organizações a optarem pela externalização parcial ou total do seu Centro de Operações de Segurança (SOC). Esta tendência estratégica é impulsionada pela crescente sofisticação das ciberameaças e pela dificuldade em atrair especialistas qualificados internamente, levando 22% dos inquiridos na Europa a estarem já preparados para implementar o modelo integral de SOC-as-a-Service (SOCaaS).

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