Mostrando produtos por etiqueta: kaspersky

Nos grandes eventos, os utilizadores ligam-se às redes públicas para publicar comentários, estar em contacto com os seus familiares e amigos e partilhar experiências. Paralelamente, estas redes são utilizadas para enviar informação valiosa, financeira ou de outro tipo, e esta pode ser intercetada por terceiros, hackers ou não, e utilizada em seu proveito próprio.

Os ciberataques contra redes industriais tornaram-se prevalentes nos últimos anos. De acordo com a equipa ICS CERT (Industrial Control Systems Cyber Emergency Response Team) da Kaspersky Lab, 37.8% dos computadores ICS a nível mundial foram vítimas de um ciberataque no segundo semestre de 2017.

A convergência da IT com a tecnologia operacional (OT) – uma conectividade mais vasta desta tecnologia com redes externas – e o aumento dos dispositivos IoT industriais está a permitir uma melhor eficiência dos processos industriais. No entanto, estas tendências representam um aumento dos riscos e pontos de vulnerabilidade, levando a uma insegurança nas organizações industriais – mais de três quartos (77%) destas empresas acreditam que se irão tornar em vítimas de incidentes de cibersegurança associados às suas redes de controlo industrial.

A indústria de cibersegurança demonstrou que as informações privadas dos utilizadores se tornaram num bem extremamente valioso devido ao seu potencial criminoso – incluindo a criação de um sofisticado perfil digital das vítimas ou a previsão de compras com base no comportamento do utilizador. Mas, enquanto a crescente paranoia dos consumidores quanto à má utilização dos seus dados pessoais é muitas vezes direcionada para plataformas online e métodos de recolha de dados, outras fontes de ameaça, menos óbvias, continuam a não estar sob proteção. Por exemplo, para ajudar no seu estilo de vida saudável, muitos utilizadores recorrem a fitness trackers para monitorizar as suas atividades desportivas e o seu exercício, com consequências muito perigosas.

O relatório avaliou as capacidades dos fornecedores em responder às necessidades de três diferentes tipos de organizações: Tipo A, focadas em soluções flexíveis e personalizáveis, e que correspondam aos requisitos operacionais; Tipo B, focadas numa mistura de funcionalidades de prevenção, deteção e resposta de acordo com as capacidades e experiência das suas equipas de segurança, e de avaliação de capacidades de MSS e MDR para aumentar as ferramentas internas disponíveis; e o Tipo C, empresas focadas em soluções de prevenção e considerando os EDR apenas pelas suas funcionalidades forenses, favorecendo fornecedores de soluções que também oferecem componentes MSS e MDR.

Top