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De acordo com uma investigação realizada pela Kaspersky, os hackers estão a ganhar cada vez mais vantagem devido à crescente procura por videojogos, o que lhes permite distribuir malware através de cópias falsas dos jogos mais populares. Mais de 930.000 utilizadores foram atingidos por este tipo de ataques nos últimos 12 meses, no período de junho de 2018 a junho de 2019. “Minecraft”, “GTA 5” e “Sims 4” são os jogos mais utilizados para espalhar malware, concentrando mais de um terço destes ataques.

A Kaspersky, empresa multinacional de cibersegurança, e a INTERPOL assinaram um novo acordo por cinco anos que reforça a colaboração já existente entre ambas na luta contra o cibercrime em todo o mundo. Este segundo acordo entre as duas empresas segue-se àquele que foi assinado em 2014.

Hoje, dia 3 de julho, Eugene Kaspersky, CEO da Kaspersky, e Tim Morries, Diretor Executivo dos Serviços de Polícia na INTERPOL, assinaram um acordo sob o qual a Kaspersky fica responsável por oferecer à INTERPOL suporte ao nível de recursos humanos, formação e threat intelligence data relativos às mais recentes ciberameaças, reforçando assim as capacidades da empresa no que diz respeito à identificação de ciberameaças. A cerimónia onde o contrato foi assinado, teve lugar na INTERPOL World 2019, localizado, de momento, em Singapura.

Imagine que um colaborador abandona a empresa e faz uma cópia dos dados do banco ou dos dados confidenciais dos seus clientes. Quais seriam as consequências desta ação para a empresa? A desordem digital não é apenas uma preocupação para as empresas, mas também para os trabalhadores. Desta forma, a resposta é a prevenção e tudo passa pelos nossos hábitos diários.

Desta forma, a Kaspersky perguntou a trabalhadores por todo o mundo “quais são seus os hábitos de organização do frigorífico?” e verificou-se que essa organização pode ser um indicador de risco de segurança digital. A juntar a esta descoberta, 95% das pessoas que afirmou ter um frigorífico organizado ou ligeiramente organizado, também alegou ter uma vida digital organizada ou ligeiramente organizada.

Spam e phishing estão entre os vetores de ataque mais eficazes. Os hackers manipulam e exploram o comportamento humano, como a confiança das marcas, num processo conhecido como “engenharia social”. E as campanhas geralmente são bastante convincentes: os hackers utilizam sites falsos, quase idênticos à versão legal, que facilmente fazem as vítimas colocar os detalhes do seu cartão bancário, levando-as a pagar por um produto ou serviço que não existe.

O novo estudo "Uncharted territory: why consumers are still wary about adopting cryptocurrency”, realizado pela Kaspersky, revelou que a falta de conhecimento e confiança são os principais fatores que impedem os consumidores de utilizar as criptomoedas. Este estudo revela ainda que embora 29% das pessoas possuam algum conhecimento sobre criptomoedas e haja procura por esta tecnologia, apenas uma em dez (10%) compreende plenamente como é que elas funcionam.

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