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Estudo Deloitte conclui que 91% das empresas já tiveram pelo menos um incidente de cibersegurança
Uma maioria esmagadora das empresas inquiridas (91%) reportou pelo menos um incidente de cibersegurança no ano passado, o que representa um aumento de 3% em relação ao período homólogo anterior. Esta é uma das principais conclusões do estudo da Deloitte Global Future of Cyber Survey 2023 que conta com entrevistas a mais de 1.000 líderes em 20 países de todo o mundo e constitui a maior pesquisa da Deloitte nesta área, até hoje.
Executivos portugueses não compreendem a cibersegurança
Um estudo recente da Kaspersky revela que mais de metade dos executivos de topo portugueses considera que as ciberameaças são um risco maior do que o agravamento do ambiente económico para as suas empresas. No entanto, não conseguem definir prioridades de ação devido à terminologia confusa utilizada em cibersegurança.
De acordo com o estudo ‘Separados por uma linguagem comum: podem os executivos de C-level decifrar e agir perante a ameaça real dos ciberataques’, 52% dos gestores portugueses inquiridos considera que os ciberataques são o maior risco enfrentado pelas suas empresas, à frente dos fatores económicos (33%). Porém, 47% dos responsáveis considera que a linguagem utilizada em cibersegurança é o maior obstáculo à compreensão das questões de segurança por parte da sua equipa de gestão.
25% dos utilizadores atingidos pelo cibercrime criptográfico desconhece os riscos
Kaspersky explorou as tendências dos utilizadores de moeda criptográfica, descobrindo que apenas 25% dos inquiridos se sentiam bem informados sobre potenciais ameaças cibernéticas de moeda criptográfica, enquanto 23% não tinham qualquer informação. Num inquérito, Kaspersky descobriu também que metade dos inquiridos tinham sido afetados de alguma forma pelo crime de moeda criptográfica, onde 40 por cento dos proprietários de moeda criptográfica não acreditavam que os atuais sistemas de proteção da moeda criptográfica fossem eficazes. Estas e outras descobertas estão no novo relatório da Kaspersky.
Microsoft revela cinco tendências de trabalho híbrido para 2022
Numa fase de transição para modelos híbridos de trabalho, a Microsoft acaba de anunciar as conclusões do Work Trend Index 2022. O estudo contou com a participação de mais de 30 mil pessoas, em 31 países, e analisa biliões de sinais de produtividade no Microsoft 365 e tendências laborais no LinkedIn entre 7 de janeiro de 2022 e 16 de fevereiro de 2022.
“Os resultados do Work Trend Index 2022 da Microsoft reforçam o quão profundamente mudaram nos últimos dois anos as formas de trabalhar. Os próximos meses serão marcados pelas necessárias mudanças a nível cultural, e em paralelo, esta transição requer também a projeção das tecnologias necessárias para conectar o digital e o físico. Os líderes têm pelo caminho o grande desafio de acompanhar as novas expectativas dos colaboradores, de colocar intencionalidade nos momentos de interação presencial e aqui residirá a chave para o sucesso do trabalho híbrido”, comenta Paula Fernandes, Diretora de Colaboração e Produtividade na Microsoft Portugal.
Ataques de phishing dirigidos a colaboradores aumentaram em 70% das organizações
A Sophos, líder global em soluções de cibersegurança de próxima geração, acaba de publicar a investigação “Phishing Insights 2021”, que analisa a experiência e compreensão do phishing nas organizações, a nível global e durante 2020.
Os resultados mostram que os ataques de phishing dirigidos a organizações aumentaram consideravelmente durante a pandemia, uma vez que os milhões de colaboradores em teletrabalho se tornaram o principal alvo para os ciberatacantes. A grande maioria das equipas de TI (70%) declarou que o número de emails de phishing recebidos pelos seus colaboradores aumentou em 2020. Este valor aumentou para os 82% em organizações que sofreram ataques de ransomware durante o ano.