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O ransomware é notícia nos jornais há vários anos consecutivos. Na busca por lucro, os criminosos têm visado quase todo o tipo de organizações, desde instituições de saúde e de ensino a prestadores de serviços e empresas industriais. A Kaspersky publicou um relatório que analisa o que aconteceu ao longo 2022, como está a ser 2023 e as principais tendências para este ano.

Em 2022, as soluções Kaspersky detetaram mais de 74,2 milhões de tentativas de ataques de ransomware, um aumento de 20% em relação a 2021 (61,7 milhões). Já no início de 2023, assistimos a um ligeiro declínio do número de ataques de ransomware. Porém, estes tornaram-se mais sofisticados e direcionados. Além disso, houve uma mudança drástica entre os grupos de ransomware mais influentes e prolíficos. Os REvil e Conti, que ocupavam, respetivamente, o 2.º e 3.º lugar em termos de ataques no primeiro trimestre de 2022 foram substituídos, nos primeiros três meses de 2023, pelos Vice Society e BlackCat. Dois dos outros grupos mais ativos atualmente são os Clop e os Royal.

Os peritos da Kaspersky descobriram um tipo de ciberataque que recorre a uma vulnerabilidade zero-day no Common Log File System (CLFS) da Microsoft. Um grupo de cibercriminosos utilizou um exploit desenvolvido para diferentes versões do sistema operativo Windows, incluindo o Windows 11, e tentou implementar o ransomware Nokoyawa. A Microsoft atribuiu a identificação CVE-2023-28252 a esta vulnerabilidade e corrigiu-a no âmbito da Patch Tuesday.

A ESET, empresa europeia líder em soluções de segurança, anunciou hoje o lançamento de soluções de segurança endpoint potenciadas por Intel Threat Detection Technology (Intel TDT). Combinando o seu avançado software de segurança multicamada com Intel vPro de 9.ª geração através dos recentemente lançados processadores Intel Core de 13.ª geração, a ESET e a Intel estão a fornecer uma proteção formidável na luta contra ransomware tanto para PMEs como para grandes instituições.

A Kaspersky publicou uma nova versão de uma ferramenta de descodificação que ajuda as vítimas de Conti ransomware previamente divulgado. O Conti ransomware tem dominado o cibercrime desde 2019 e os seus dados, incluindo o código fonte, foram divulgados em Março de 2022 na sequência de um conflito interno causado pela crise geopolítica na Europa. A modificação descoberta foi distribuída por um grupo de ransomware desconhecido e tem sido utilizada contra empresas e instituições estatais.

A Check Point Research, área de Threat Intelligence da Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor líder de soluções de cibersegurança a nível global, dá conta do maior ciberataque de ransomware realizado a sistemas non-windows da história, deixando os passos necessários para se proteger. 

De acordo com a análise da equipa da CPR, o risco deste ataque de ransomware não é limitado apenas aos prestadores de serviços específicos visados. Os criminosos cibernéticos exploraram o CVE-2021-21974, uma falha já reportada em Fevereiro de 2021. Mas o que pode tornar o impacto ainda mais devastador é a utilização destes servidores, nos quais outros servidores virtuais estão normalmente a funcionar. Assim, os danos são provavelmente generalizados, mais do que o inicialmente relatado.

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