João Fernandes
A QNAP anunciou o lançamento da versão beta do ADRA NDR Standalone, uma solução de Deteção e Resposta de Rede (NDR) baseada inteiramente em software que promete democratizar o acesso à cibersegurança avançada para pequenas e médias empresas. Ao contrário das soluções tradicionais, que exigem hardware dedicado dispendioso e licenciamentos anuais pesados, esta nova aplicação é gratuita e pode ser instalada diretamente nos dispositivos NAS da marca, eliminando as principais barreiras financeiras à adoção desta tecnologia.
O Serviço de Informações de Segurança (SIS) emitiu um alerta crítico direcionado às empresas e infraestruturas estratégicas nacionais, alertando para o aumento de campanhas de ciberespionagem e sabotagem digital que visam comprometer a resiliência de Portugal. Segundo o serviço de inteligência, os atacantes - frequentemente associados a agentes estatais ou grupos de criminalidade organizada transnacional - estão a utilizar métodos cada vez mais sofisticados para penetrar em redes privadas e governamentais, com o objetivo de furtar propriedade intelectual e dados sensíveis.
A função de um administrador de sistemas é, por excelência, a espinha dorsal de qualquer infraestrutura tecnológica moderna. A estes profissionais compete a responsabilidade crítica de garantir a integridade, a disponibilidade e, acima de tudo, a confidencialidade dos dados de uma organização. São eles os guardiões dos servidores, os arquitetos das barreiras de defesa e os primeiros a intervir quando a segurança é ameaçada.
A Fortinet anunciou uma série de melhorias significativas no FortiCNAPP, a sua plataforma de proteção de aplicações nativas na cloud, com o objetivo de resolver um dos maiores problemas das equipas de cibersegurança modernas: a sobrecarga de alertas sem contexto. De acordo com o Fortinet 2026 Cloud Security Report, quase 70% das organizações enfrentam dificuldades devido à proliferação de ferramentas desconectadas e a lacunas de visibilidade.
A utilização de inteligência artificial generativa já faz parte do quotidiano da vasta maioria dos jovens em Portugal, mas o fenómeno traz consigo riscos que vão muito além da simples pesquisa escolar. Um alerta recente da ESET revela que quase 9 em cada 10 crianças e jovens portugueses (entre os 9 e os 17 anos) utilizam ferramentas de IA, com 85% a recorrerem a estas plataformas no último mês. Este cenário de adoção massiva coloca os chatbots no centro de uma nova discussão sobre privacidade, segurança digital e desenvolvimento emocional dos menores.