Uma nova ameaça está a explorada no Google Chrome e que leva ao bloqueio do computador Windows.

Segundo é revelado, o novo explot está a ser usado por cibercriminosos através de esquemas onde se fazem passar por elementos de suportes técnicos. O código gerado em JavaScript bloqueia o computador exibindo uma mensagem (falsa) que afirma que o computador do utilizador está infetado por malware.

A ESET, líder global em cibersegurança, anunciou a sua mais recente descoberta de 12 famílias de malware Linux não detetadas anteriormente, baseadas no OpenSSH, documentadas no seu mais recente trabalho de pesquisa “The Dark Side of the ForSSHe”. O OpenSSH é a ferramenta mais comum para administradores de sistema gerirem servidores Linux virtuais, alugados ou dedicados e, utilizada por 37% dos servidores de Internet públicos que correm o Linux.

Uma série de ataques cibernéticos com o cryptor WannaCry ocorreu em maio de 2017 e estes ainda fazem parte de uma das maiores epidemias de ransomware da história. Embora o Windows tenha lançado um patch para o seu sistema operacional com o objetivo de diminuir as suas vulnerabilidades - que foram exploradas pelo EternalBlue dois meses antes do início dos ataques - o WannaCry ainda conseguiu afetar milhares de dispositivos por todo o mundo. Assim como os cryptors, o WannaCry transformou ficheiros localizados nos computadores dos utilizadores em dados encriptados e exigiu um resgate às vítimas das chamadas chaves de criptografia (criadas pelos hackers para decifrar os ficheiros e transformá-los de volta nos dados de origem), impossibilitando a realização de qualquer operação nos dispositivos ameaçados.

Foi descoberto que oito aplicações Android estão a ser usadas como base num esquema fraudulento relacionado com a apresentação de anúncios.

Segundo foi revelado, as Apps da Cheetah Mobile, empresa chinesa que desenvolve aplicações e a sua subsidiária Kika Tech, estão envolvidas num esquema de fraude que terá lesado diversos anunciantes em vários milhões de dólares.

A S21sec, empresa líder em serviços e tecnologia de cibersegurança, pertencente ao grupo português Sonae IM, acaba de lançar um alerta sobre o malware LoJax, que tem a capacidade de sobreviver à reinstalação do sistema operativo e à subsequente substituição do disco rígido, características que o tornam especialmente perigoso para empresas e instituições que não têm proteção contra este tipo de ataques. 

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