Face a crescente popularidade dos deepfakes, a Kaspersky partilha dicas de segurança para os utilizadores, esclarecendo os mesmos sobre a tecnologia por detrás destas técnicas de engenharia social.

O Google proibiu recentemente os algoritmos deepfake no Google Colaboratory, um dos seus serviços gratuitos de computação com acesso a GPUs. O gigante tecnológico não é o único a regulamentar os deepfakes: vários estados americanos regulamentaram leis contra este perigo; a China apresentou um projeto de lei onde exige a identificação de materiais criados por computadores; e o futuro regulamento da UE sobre IA poderá vir a incluir uma cláusula sobre o tipo de tecnologia.

A Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor líder de soluções de cibersegurança a nível global, acaba de lançar as suas previsões de cibersegurança para 2022, evidenciando os principais desafios de segurança com que se irão deparar as organizações no ano que aí vem. Por um lado, os cibercriminosos continuarão a aproveitar-se do impacto da pandemia do COVID-19; por outro, surgirão novas oportunidades de ataque, com destaque para os deepfakes, a criptomoeda, as carteiras digitais e muito mais.

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