O mercado de vulnerabilidades de alto nível na dark web atingiu um novo patamar de agressividade com a descoberta de um anúncio que comercializa um exploit de "dia zero" (Zero-Day) destinado às versões mais recentes do sistema operativo da Microsoft. O código malicioso está a ser vendido por um valor fixo de 220.000 dólares (cerca de 202.000 euros), um preço que reflete não só a sua eficácia, mas também a sua capacidade de contornar as defesas de segurança mais modernas implementadas no Windows 10 e Windows 11.

A Microsoft lançou uma atualização importante para a sua Media Creation Tool (MCT), a ferramenta oficial utilizada para criar suportes de instalação do Windows 11 em pens USB ou ficheiros ISO.

O Project Zero da Google, a prestigiada equipa de elite dedicada à caça de vulnerabilidades, tornou pública uma falha de segurança que afeta as versões Insider do Windows 11. Seguindo a sua política rigorosa, a Google concede normalmente 90 dias aos fabricantes para corrigirem erros reportados de forma privada. Caso o prazo seja ultrapassado ou a solução seja considerada ineficaz, os detalhes são revelados para alertar a comunidade.

Com o fim do suporte técnico da Microsoft ao Windows 10, em outubro de 2025, os especialistas em cibersegurança e investigação digital enfrentam uma mudança significativa nas suas práticas. Uma nova análise da Kaspersky detalha as atualizações mais relevantes do Windows 11 e o seu profundo impacto no panorama forense, obrigando os profissionais de segurança a adaptarem-se rapidamente a esta nova realidade do sistema operativo.

A Microsoft revelou 12 novos recursos do Copilot, reforçando o compromisso de tornar a IA mais pessoal, útil e centrada no utilizador, potenciando criatividade, organização e decisões. O Copilot combina memória de longo prazo, personalização e integração com serviços como OneDrive, Gmail e Google Calendar, mantendo total controlo do utilizador e privacidade.

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