A ESET, empresa europeia de cibersegurança, anunciou um investimento estratégico de 40 milhões de euros focado no desenvolvimento da próxima geração de segurança impulsionada por Inteligência Artificial (IA). O anúncio surge acompanhado de um alerta sério para o rápido surgimento de uma nova e complexa superfície de ataque, diretamente associada à proliferação de sistemas de IA autónomos capazes de agir e interagir de forma independente.

A WatchGuard Technologies anunciou hoje, durante a conferência EMEA Impact Partner, o lançamento da Rai™, uma nova força de trabalho digital baseada em IA "agentic". Desenvolvida exclusivamente para fornecedores de serviços geridos (MSPs), a Rai funciona como um colaborador digital sempre ativo que executa proativamente tarefas de cibersegurança em múltiplos ambientes. O objetivo é permitir que os parceiros escalem as suas operações de segurança de forma rentável, sem a necessidade constante de aumentar as equipas humanas.

O Centro Nacional de Cibersegurança do Reino Unido (NCSC) emitiu um alerta urgente direcionado a organizações de todos os setores, reforçando a necessidade crítica da aplicação imediata de patches de segurança. O aviso surge após a identificação de vulnerabilidades de severidade extrema que estão a ser ativamente exploradas por grupos de piratas informáticos. A agência sublinha que o atraso na atualização de sistemas críticos pode resultar em intrusões profundas, roubo de dados sensíveis e paragens operacionais prolongadas.

Uma falha de segurança grave expôs os dados pessoais de centenas de jogadores, equipas técnicas e funcionários ligados à Confederação Asiática de Futebol (AFC). O incidente, revelado por investigadores de cibersegurança, resultou na exposição de milhares de documentos sensíveis que estavam armazenados num servidor em nuvem sem qualquer proteção de palavra-passe, permitindo o acesso público a qualquer pessoa com o link direto para a base de dados.

Uma nova e perigosa vaga de ciberataques está a colocar em risco milhões de websites a nível global, após a descoberta de uma vulnerabilidade crítica em componentes de infraestrutura web amplamente utilizados. A falha foi identificada no final de abril e, desde então, grupos de piratas informáticos têm explorado ativamente esta brecha para comprometer a integridade de páginas de internet. A situação é considerada de alta gravidade devido à facilidade com que o ataque pode ser automatizado e replicado em larga escala, visando plataformas de gestão de conteúdos (CMS) populares.

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