A diferença, explica este novo trabalho agora apresentado, é o tempo de exposição de cada jovem ao som produzido por aqueles aparelhos de reprodução: entre o primeiro e o segundo estudo, esse tempo mais que duplicou.
O uso destes aparelhos não é desaconselhado, como refere o autor da pesquisa, Gary Curhan. O que se pretende, no entanto, é sensibilizar os jovens para o limite de volume de ruído tolerado pelo ouvido humano, que se situa em cerca de 80 decibéis.
Tudo o que supere este valor vai contribuir para uma perda da sensibilidade auditiva. Ou seja, com a exposição prolongada a ruídos elevados - os jovens que participaram no estudo ouviam música até 105 decibéis - a pessoa ouve cada vez menos, chegando ao ponto de comprometer a sua 'convivência social', como refere o artigo de O Globo.
Como estar alerta? 'Sensação de zumbido ou de abafamento de audição' são sinais a que deve prestar atenção.
Fonte : DN
O uso destes aparelhos não é desaconselhado, como refere o autor da pesquisa, Gary Curhan. O que se pretende, no entanto, é sensibilizar os jovens para o limite de volume de ruído tolerado pelo ouvido humano, que se situa em cerca de 80 decibéis.
Tudo o que supere este valor vai contribuir para uma perda da sensibilidade auditiva. Ou seja, com a exposição prolongada a ruídos elevados - os jovens que participaram no estudo ouviam música até 105 decibéis - a pessoa ouve cada vez menos, chegando ao ponto de comprometer a sua 'convivência social', como refere o artigo de O Globo.
Como estar alerta? 'Sensação de zumbido ou de abafamento de audição' são sinais a que deve prestar atenção.
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Um estudo publicado pelo 'The Journal of the American Medical Association' na última terça-feira revela que os jovens americanos entre os 12 e os 19 anos mostram sinais de perda auditiva superiores no período de 2005-2006, comparativamente com os anos entre 1988 e 1994, noticia o jornal brasileiro O Globo.