A McAfee, por sua vez, assegura que este tipo de ataques é improvável de acontecer devido à sua complexidade e a outros factores que podem “ditar prematuramente” uma tentativa de ataque deste género.
A romena BitDefender “jura”que, para haver um ataque através desta falha, é necessário haver uma conjugação de circunstâncias muito precisas como, por exemplo, ter desde logo o controlo absoluto da máquina.
A Sophos reage dizendo em primeiro lugar que os seus produtos não possuem esta falha e acrescenta que era necessário a máquina já estar infectada para que o hacker pudesse tirar partido desta falha.
A conhecida e galardoada Symantec defendeu-se argumentando que, devido à implementação de várias camadas nos seus produtos, tornar-se-á difícil para uma pessoa obter controlo total da máquina através desta falha.
A menos conhecida Sunbelt Software criticou a forma e o timing com que a Matousec “divulgou” o seu relatório argumentando “falta de tempo para os fabricantes reverem os seus produtos”. Também afirmou que, como os antivírus desta empresa utilizam algumas APIs da Microsoft, a probabilidade desta falha ocorrer nos seus programas é quase nula.
A Eset, responsável pelo famoso NOD32, também teceu críticas à Matousec e reagiu dizendo que esta falha “não é um exclusivo dos antivírus” e que este problema já existia antes de 2003.
De referir que o teste efectuado pela Matousec colocou “à prova” mais de 30 soluções de segurança em ambientes Windows de 32 e 64 bits, sendo que todos eles apresentaram falhas de segurança. Este estudo pode ser encontrado aqui .
A romena BitDefender “jura”que, para haver um ataque através desta falha, é necessário haver uma conjugação de circunstâncias muito precisas como, por exemplo, ter desde logo o controlo absoluto da máquina.
A Sophos reage dizendo em primeiro lugar que os seus produtos não possuem esta falha e acrescenta que era necessário a máquina já estar infectada para que o hacker pudesse tirar partido desta falha.
A conhecida e galardoada Symantec defendeu-se argumentando que, devido à implementação de várias camadas nos seus produtos, tornar-se-á difícil para uma pessoa obter controlo total da máquina através desta falha.
A menos conhecida Sunbelt Software criticou a forma e o timing com que a Matousec “divulgou” o seu relatório argumentando “falta de tempo para os fabricantes reverem os seus produtos”. Também afirmou que, como os antivírus desta empresa utilizam algumas APIs da Microsoft, a probabilidade desta falha ocorrer nos seus programas é quase nula.
A Eset, responsável pelo famoso NOD32, também teceu críticas à Matousec e reagiu dizendo que esta falha “não é um exclusivo dos antivírus” e que este problema já existia antes de 2003.
De referir que o teste efectuado pela Matousec colocou “à prova” mais de 30 soluções de segurança em ambientes Windows de 32 e 64 bits, sendo que todos eles apresentaram falhas de segurança. Este estudo pode ser encontrado aqui .
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