Para Carlos Sousa, director geral da OKI em Portugal, “com uma correcta gestão e infra-estrutura adequada a cada empresa, as tarefas de impressão podem ser realizadas com maior rapidez e com menos custos, economizando materiais e recursos humanos que podem ser destacados para outras funções corporativas, criando mais oportunidades de negócio”.
O relatório do CEBR descreve as previsões de custos de impressão suportados pelas empresas em Portugal e o objectivo para os reduzir, por aumento da eficiência de impressão, assim como os potenciais benefícios económicos que podem trazer. “A gestão aperfeiçoada da impressão, a adopção de tecnologias mais avançadas e as melhores práticas podem permitir fazer melhor, internamente, e a um custo mais baixo”, adianta o director geral da OKI para Portugal.
Impressão em Portugal: Gestão Interna VS Gestão Externa
A facturação total de impressão para o negócio português é de cerca de 2.141 milhões de euros por ano. Portugal gasta 663 milhões de euros por ano em impressão externa e 1.480 milhões de euros em materiais de impressão interna.
Mas, com uma gestão mais inteligente de impressão baseada numa economia potencial de custos anual, empresas e organizações podem economizar entre 95 e 189 milhões de euros por ano em custos de impressão.
Com base nestes dados, o estudo prevê que 51 milhões de euros gerados por estas economias podem trazer as actuais funções de impressão externa para o interior das empresas, representando entre 44 e 138 milhões de euros provenientes de uma gestão mais eficiente das funções de impressão interna.
Os sectores que sairão mais beneficiados com uma impressão mais eficiente, resultante de uma economia potencial de custos anual, são a Administração Pública e Defesa com 28 milhões de euros; a Educação com 27 milhões de euros; e a Banca e Finanças com 13 milhões de euros.
Ao economizar nos custos de impressão, as empresas beneficiam nos seus negócios – independentemente do sector de actuação – e ainda contribuem para um ganho de produtividade de cerca de 16 pontos percentuais. Isto significa que os negócios economizarão em média 0,06% do valor acrescentado bruto da economia através de uma impressão mais eficiente. Estes benefícios de produtividade repercutem-se por toda a economia portuguesa, tornando o negócio mais competitivo, nomeadamente ao nível internacional, aumentando por um lado as exportações e o investimento e, por outro, reduzindo as importações e os preços no consumidor.
De acordo com o estudo do CEBR, uma mudança para práticas de impressão mais eficientes pode aumentar o PIB em mais de 225 milhões de euros e as exportações líquidas em cerca de 17 milhões de euros, dado que as empresas portuguesas mais eficientes competem com mais eficiência no exterior.
Tendências do sector de impressão estimuladas pela Nova Era Digital
O digital veio disponibilizar mais informação, estimulando uma rápida tendência para acabar com a impressão de cópias de catálogos e de brochuras de vendas e sua distribuição. Em substituição, os utilizadores querem vê-los agora através da Internet e imprimir os documentos no seu escritório, em vez de solicitarem as impressões e aguardarem a sua chegada. De acordo com a Divisão de Tecnologias do Laboratório Nacional de Energias Ambientais dos EUA, a média de trabalhadores de escritório imprime 10 mil páginas por ano e utiliza 12 quilos de papel para fotocópias.
A evolução acompanha assim o Mercado, ou seja, quanto maior a quantidade impressa na empresa, mais sofisticada se torna a tecnologia dos equipamentos de impressão, e daqui emergem duas oportunidades de negócio:
1. Um maior controlo sobre o modo como as empresas vêem e imprimem informação;
2. Aumentar a eficiência da impressão e reduzir os custos.
A utilização de tecnologia avançada de impressão e cópia, permite, por exemplo, que as empresas produzam, internamente, documentos como estacionário pré impresso e material de marketing e comercial.
Os benefícios para o ambiente
É fácil perceber o impacto ambiental ao analisar os impactos das alterações nas práticas de impressão, como as emissões de carbono, entre outras emissões poluentes. Mas a redução na impressão pode ser traduzida numa diminuição de carbono ao utilizar menos matérias-primas.
Os benefícios ambientais de uma impressão interna mais eficiente equivalem à redução do uso de combustível de carbono em cerca de 6000 toneladas por ano e a redução de emissões de CO2 em cerca de 14 mil toneladas. Em média, um carro que faça 20 mil quilómetros produz por ano 3,67 toneladas de CO2. Comparativamente, a redução em CO2 a partir de uma impressão interna mais eficiente é semelhante a retirar mais de 3800 carros das estradas portuguesas.
Conclusões
As alterações na tecnologia e o crescimento do Mercado da impressão abriram novas oportunidades para os negócios portugueses ao reduzir os custos das empresas e a aumentar a sua competitividade. O objectivo deste relatório CEBR, encomendado pela OKI, passou por analisar as economias possíveis e o impacto que estas podem ter nos diferentes sectores e na economia global de Portugal.
Ter os materiais impressos por empresas especializadas de impressão custa às empresas 663 milhões de euros por ano. Mas os números oficiais não demonstram nem como a impressão interna é feita por empresas de impressão não especializadas, nem como a potencial economia de custos pode ser alcançada através de uma melhor gestão. Na realidade, os custos de impressão das actividades das empresas em impressão interna são no total de 1480 milhões de euros por ano.
A facturação total anual em impressão para o negócio português é de cerca de 2143 milhões de euros, quase tanto como toda a indústria de Seguros portuguesa. E mesmo este valor não inclui o custo de impressão de revistas, livros ou outro material de publicação.
O maior volume de impressão é realizado nos sectores da Administração Pública, Educação, Banca e Finanças. Mas, a impressão mais intensiva é realizada nos sectores da Arquitectura e da Publicidade. Nestes sectores a impressão ocupa a maior quota do volume de negócio.
O desafio consiste em aumentar tanto a eficiência das funções de impressão como as economias do negócio português. E para comprovar, o estudo do CEBR prevê que no geral, ao adoptarem as melhores práticas na gestão da impressão:
- As facturas de impressão das empresas podem baixar entre 95 e 189 milhões de euros;
- Cerca de 51 milhões de euros desta economia é possível através da utilização da tecnologia mais avançada de impressão, trazendo para o interior tarefas especializadas que estão actualmente no exterior;
- Poupar entre 44 e 138 milhões é possível através de uma gestão mais eficiente da impressão interna existente.
Os sectores mais beneficiados com o uso de uma tecnologia avançada de impressão - que trazem para o interior tarefas especializadas que são actualmente executadas no exterior – são os sectores da Grande Distribuição e do Retalho e os sectores das Actividades Jurídicas.
Os sectores que mais beneficiarão de uma gestão mais eficiente da actual impressão interna são os sectores da Arquitectura e da Consultoria Técnica seguidos pelos sectores da Administração Pública e da Educação.
O estudo CEBR conclui que a potencial economia de custos em impressão pode dar um contributo significativo para o aumento da produtividade quer no sector público, quer no privado, contribuindo para uma economia portuguesa mais próspera.
O relatório do CEBR descreve as previsões de custos de impressão suportados pelas empresas em Portugal e o objectivo para os reduzir, por aumento da eficiência de impressão, assim como os potenciais benefícios económicos que podem trazer. “A gestão aperfeiçoada da impressão, a adopção de tecnologias mais avançadas e as melhores práticas podem permitir fazer melhor, internamente, e a um custo mais baixo”, adianta o director geral da OKI para Portugal.
Impressão em Portugal: Gestão Interna VS Gestão Externa
A facturação total de impressão para o negócio português é de cerca de 2.141 milhões de euros por ano. Portugal gasta 663 milhões de euros por ano em impressão externa e 1.480 milhões de euros em materiais de impressão interna.
Mas, com uma gestão mais inteligente de impressão baseada numa economia potencial de custos anual, empresas e organizações podem economizar entre 95 e 189 milhões de euros por ano em custos de impressão.
Com base nestes dados, o estudo prevê que 51 milhões de euros gerados por estas economias podem trazer as actuais funções de impressão externa para o interior das empresas, representando entre 44 e 138 milhões de euros provenientes de uma gestão mais eficiente das funções de impressão interna.
Os sectores que sairão mais beneficiados com uma impressão mais eficiente, resultante de uma economia potencial de custos anual, são a Administração Pública e Defesa com 28 milhões de euros; a Educação com 27 milhões de euros; e a Banca e Finanças com 13 milhões de euros.
Ao economizar nos custos de impressão, as empresas beneficiam nos seus negócios – independentemente do sector de actuação – e ainda contribuem para um ganho de produtividade de cerca de 16 pontos percentuais. Isto significa que os negócios economizarão em média 0,06% do valor acrescentado bruto da economia através de uma impressão mais eficiente. Estes benefícios de produtividade repercutem-se por toda a economia portuguesa, tornando o negócio mais competitivo, nomeadamente ao nível internacional, aumentando por um lado as exportações e o investimento e, por outro, reduzindo as importações e os preços no consumidor.
De acordo com o estudo do CEBR, uma mudança para práticas de impressão mais eficientes pode aumentar o PIB em mais de 225 milhões de euros e as exportações líquidas em cerca de 17 milhões de euros, dado que as empresas portuguesas mais eficientes competem com mais eficiência no exterior.
Tendências do sector de impressão estimuladas pela Nova Era Digital
O digital veio disponibilizar mais informação, estimulando uma rápida tendência para acabar com a impressão de cópias de catálogos e de brochuras de vendas e sua distribuição. Em substituição, os utilizadores querem vê-los agora através da Internet e imprimir os documentos no seu escritório, em vez de solicitarem as impressões e aguardarem a sua chegada. De acordo com a Divisão de Tecnologias do Laboratório Nacional de Energias Ambientais dos EUA, a média de trabalhadores de escritório imprime 10 mil páginas por ano e utiliza 12 quilos de papel para fotocópias.
A evolução acompanha assim o Mercado, ou seja, quanto maior a quantidade impressa na empresa, mais sofisticada se torna a tecnologia dos equipamentos de impressão, e daqui emergem duas oportunidades de negócio:
1. Um maior controlo sobre o modo como as empresas vêem e imprimem informação;
2. Aumentar a eficiência da impressão e reduzir os custos.
A utilização de tecnologia avançada de impressão e cópia, permite, por exemplo, que as empresas produzam, internamente, documentos como estacionário pré impresso e material de marketing e comercial.
Os benefícios para o ambiente
É fácil perceber o impacto ambiental ao analisar os impactos das alterações nas práticas de impressão, como as emissões de carbono, entre outras emissões poluentes. Mas a redução na impressão pode ser traduzida numa diminuição de carbono ao utilizar menos matérias-primas.
Os benefícios ambientais de uma impressão interna mais eficiente equivalem à redução do uso de combustível de carbono em cerca de 6000 toneladas por ano e a redução de emissões de CO2 em cerca de 14 mil toneladas. Em média, um carro que faça 20 mil quilómetros produz por ano 3,67 toneladas de CO2. Comparativamente, a redução em CO2 a partir de uma impressão interna mais eficiente é semelhante a retirar mais de 3800 carros das estradas portuguesas.
Conclusões
As alterações na tecnologia e o crescimento do Mercado da impressão abriram novas oportunidades para os negócios portugueses ao reduzir os custos das empresas e a aumentar a sua competitividade. O objectivo deste relatório CEBR, encomendado pela OKI, passou por analisar as economias possíveis e o impacto que estas podem ter nos diferentes sectores e na economia global de Portugal.
Ter os materiais impressos por empresas especializadas de impressão custa às empresas 663 milhões de euros por ano. Mas os números oficiais não demonstram nem como a impressão interna é feita por empresas de impressão não especializadas, nem como a potencial economia de custos pode ser alcançada através de uma melhor gestão. Na realidade, os custos de impressão das actividades das empresas em impressão interna são no total de 1480 milhões de euros por ano.
A facturação total anual em impressão para o negócio português é de cerca de 2143 milhões de euros, quase tanto como toda a indústria de Seguros portuguesa. E mesmo este valor não inclui o custo de impressão de revistas, livros ou outro material de publicação.
O maior volume de impressão é realizado nos sectores da Administração Pública, Educação, Banca e Finanças. Mas, a impressão mais intensiva é realizada nos sectores da Arquitectura e da Publicidade. Nestes sectores a impressão ocupa a maior quota do volume de negócio.
O desafio consiste em aumentar tanto a eficiência das funções de impressão como as economias do negócio português. E para comprovar, o estudo do CEBR prevê que no geral, ao adoptarem as melhores práticas na gestão da impressão:
- As facturas de impressão das empresas podem baixar entre 95 e 189 milhões de euros;
- Cerca de 51 milhões de euros desta economia é possível através da utilização da tecnologia mais avançada de impressão, trazendo para o interior tarefas especializadas que estão actualmente no exterior;
- Poupar entre 44 e 138 milhões é possível através de uma gestão mais eficiente da impressão interna existente.
Os sectores mais beneficiados com o uso de uma tecnologia avançada de impressão - que trazem para o interior tarefas especializadas que são actualmente executadas no exterior – são os sectores da Grande Distribuição e do Retalho e os sectores das Actividades Jurídicas.
Os sectores que mais beneficiarão de uma gestão mais eficiente da actual impressão interna são os sectores da Arquitectura e da Consultoria Técnica seguidos pelos sectores da Administração Pública e da Educação.
O estudo CEBR conclui que a potencial economia de custos em impressão pode dar um contributo significativo para o aumento da produtividade quer no sector público, quer no privado, contribuindo para uma economia portuguesa mais próspera.
{mosgoogle}
A OKI Printing Solutions, empresa líder de impressão profissional laser/LED, divulgou os resultados do mais recente estudo sobre o Mercado da Impressão na EMEA (Europe, Meadle East, Africa), realizado pela consultora independente, CEBR (*Centre for Economics and Business Research). Portugal foi um dos países analisados por este estudo, com resultados que apontam para uma possível economia entre os 95 e os 189 milhões de euros para as empresas que adoptem uma impressão mais inteligente. Menores custos de impressão, menos desperdício de papel e menos resíduos ambientais são as propostas que tornam a gestão mais eficaz e o negócio mais competitivo.