Este é o primeiro caso do género envolvendo a Google em Portugal, que alega seguir os procedimentos necessários à garantia da privacidade na captação e disponibilização de imagens através dos seus serviços. As fotos são de locais públicos, as caras e as matrículas (que poderiam identificar os sujeitos nas imagens) são desfocadas antes de colocadas online, e os visados dispõem ainda da opção "comunicar um problema", que permite solicitar que determinada fotografia seja retirada.
De acordo com a informação recolhida pelo jornal junto da empresa, o casal não terá feito qualquer requerimento para que a imagem fosse suprimida e a fotografia foi retirada por decisão da Google quando tomou conhecimento da queixa, sem que nada lhes tenha sido directamente pedido.
O advogado do casal alega que até o facto de o Google ter retirado imediatamente a fotografia do programa "dá razão" aos seus clientes e espera uma decisão favorável, que possa também servir para criar jurisprudência sobre o assunto em Portugal, sustentando que noutros países já há decisões de tribunais para casos idênticos, com algumas condenações.
Os argumentos não convenceram o Ministério Público, agora resta esperar para saber se o juiz de instrução encontra fundamentos para que o caso seja levado a tribunal, no entanto, um jurista ouvido pelo jornal, avisa que, no caso da lei portuguesa, havendo uma desfocagem que torna impossível reconhecer a pessoa, então não haverá violação da privacidade.
Fonte : Tek.Sapo
De acordo com a informação recolhida pelo jornal junto da empresa, o casal não terá feito qualquer requerimento para que a imagem fosse suprimida e a fotografia foi retirada por decisão da Google quando tomou conhecimento da queixa, sem que nada lhes tenha sido directamente pedido.
O advogado do casal alega que até o facto de o Google ter retirado imediatamente a fotografia do programa "dá razão" aos seus clientes e espera uma decisão favorável, que possa também servir para criar jurisprudência sobre o assunto em Portugal, sustentando que noutros países já há decisões de tribunais para casos idênticos, com algumas condenações.
Os argumentos não convenceram o Ministério Público, agora resta esperar para saber se o juiz de instrução encontra fundamentos para que o caso seja levado a tribunal, no entanto, um jurista ouvido pelo jornal, avisa que, no caso da lei portuguesa, havendo uma desfocagem que torna impossível reconhecer a pessoa, então não haverá violação da privacidade.
{mosgoogle}
O casal português que processou a Google por violação da privacidade, depois de se ter reconhecido nas imagens do Street View - serviço de mapas da empresa que fornece vistas das cidades a 360º - vai recorrer da decisão do Ministério Público que arquiva o caso.