Roseann Rife disse ainda que espera que "as discussões da Google com as autoridades chinesas sobre a censura resultem numa Internet mais aberta na China".
A Amnistia Internacional tem apelado às empresas com actividade na China para que respeitem o direito à liberdade de expressão dos utilizadores da Internet e para que não pactuem com as autoridades.
A China exerce uma forte política de censura online, filtrando palavras-chave específicas e assuntos politicamente sensíveis, e bloqueando resultados específicos na Internet e mesmo alguns sites, como o da Amnistia Internacional.
A tecnológica Google disse que vários correios electrónicos de activistas dos direitos humanos chineses foram alvo de ataques e pediu uma reunião urgente com as autoridades chinesas para discutir a censura e os seus planos de retirar o software de filtros do seu motor de busca no país.
Várias empresas de Internet com operações na China, incluindo a Google, aceitaram previamente os requisitos de censura impostos pelo governo, como a remoção dos seus resultados de pesquisa de determinados websites "sensíveis".
Depois do ataque, a Google afirmou que poderia sair do mercado chinês mas hoje um responsável chinês recusou comentar a anunciada disposição da empresa e afirmou que as autoridades estão ainda a procurar informações sobre o referido anúncio.
"É difícil dizer se a Google sai da China ou não. Ninguém sabe", disse um alto funcionário do gabinete de informação do governo chinês à agência noticiosa oficial.
A Amnistia Internacional tem apelado às empresas com actividade na China para que respeitem o direito à liberdade de expressão dos utilizadores da Internet e para que não pactuem com as autoridades.
A China exerce uma forte política de censura online, filtrando palavras-chave específicas e assuntos politicamente sensíveis, e bloqueando resultados específicos na Internet e mesmo alguns sites, como o da Amnistia Internacional.
A tecnológica Google disse que vários correios electrónicos de activistas dos direitos humanos chineses foram alvo de ataques e pediu uma reunião urgente com as autoridades chinesas para discutir a censura e os seus planos de retirar o software de filtros do seu motor de busca no país.
Várias empresas de Internet com operações na China, incluindo a Google, aceitaram previamente os requisitos de censura impostos pelo governo, como a remoção dos seus resultados de pesquisa de determinados websites "sensíveis".
Depois do ataque, a Google afirmou que poderia sair do mercado chinês mas hoje um responsável chinês recusou comentar a anunciada disposição da empresa e afirmou que as autoridades estão ainda a procurar informações sobre o referido anúncio.
"É difícil dizer se a Google sai da China ou não. Ninguém sabe", disse um alto funcionário do gabinete de informação do governo chinês à agência noticiosa oficial.
{mosgoogle}