O estudo revelou ainda uma quantidade significativa de adolescentes (17%) que afirmam possuir conhecimentos técnicos avançados e serem capazes de encontrar ferramentas de hacking na Internet. Destes, 30% declaram mesmo tê-las utilizado em pelo menos uma ocasião. Ao serem questionados pela justificação, 86% declararam que a curiosidade os levou a investigar estas ferramentas públicas.
Segundo Luis Corrons, Director Técnico do PandaLabs, “Os conhecimentos avançados que muitos adolescentes adquirem através de ferramentas gratuitas e de conteúdos disponíveis na Web, podem por vezes levá-los a actividades eventualmente ilegais. Temos conhecimento de casos de adolescentes que utilizam Trojans para espiar os seus parceiros, invadirem os servidores da escola para consultarem exames ou mesmo roubar a identidade de amigos ou colegas em redes sociais”.
Apesar de existirem inúmeras iniciativas destinadas a educar e promover a consciencialização das ameaças da Web, existem muito menos com foco na detecção e identificação de comportamentors ilegais.
“Devemos encorajar os jovens a utilizarem a Internet como um canal para o desenvolvimento pessoal, ensinando-os a utilizá-la de forma responsável e saudável. É importante ajudá-los a evitar em participar em actividades dúbias, aparentemente fáceis graças ao anonimato possibilitado pela Web”, declara Corrons. “Apesar da percentagem ser muito reduzida, ainda nos deparamos com demasiados casos de adolescentes ligados ao ciber-crime, como é o exemplo do recente caso mediático do criador de worms para o Twitter, com apenas 16 anos de idade. Estimamos que apenas 0,5% destes casos são detectados pelas autoridades competentes. Os que são levados a actos de hacking por mera curiosidade, poderão acabar por descobrir o potencial financeiro desta actividade, tornando-se também eles criminosos.”
Segundo Luis Corrons, Director Técnico do PandaLabs, “Os conhecimentos avançados que muitos adolescentes adquirem através de ferramentas gratuitas e de conteúdos disponíveis na Web, podem por vezes levá-los a actividades eventualmente ilegais. Temos conhecimento de casos de adolescentes que utilizam Trojans para espiar os seus parceiros, invadirem os servidores da escola para consultarem exames ou mesmo roubar a identidade de amigos ou colegas em redes sociais”.
Apesar de existirem inúmeras iniciativas destinadas a educar e promover a consciencialização das ameaças da Web, existem muito menos com foco na detecção e identificação de comportamentors ilegais.
“Devemos encorajar os jovens a utilizarem a Internet como um canal para o desenvolvimento pessoal, ensinando-os a utilizá-la de forma responsável e saudável. É importante ajudá-los a evitar em participar em actividades dúbias, aparentemente fáceis graças ao anonimato possibilitado pela Web”, declara Corrons. “Apesar da percentagem ser muito reduzida, ainda nos deparamos com demasiados casos de adolescentes ligados ao ciber-crime, como é o exemplo do recente caso mediático do criador de worms para o Twitter, com apenas 16 anos de idade. Estimamos que apenas 0,5% destes casos são detectados pelas autoridades competentes. Os que são levados a actos de hacking por mera curiosidade, poderão acabar por descobrir o potencial financeiro desta actividade, tornando-se também eles criminosos.”
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Segundo um estudo da Panda Security, mais de metado dos adolescentes entre os 15 e os 18 anos de idade utilizam a Internet diariamente, dispendendo em média 18,5 horas semanais ligados. O estudo revelou que cerca de 32% desta actividade online é dedicada ao estudo, ao passo que os restantes 68% envolvem actividades de lazer, tais como jogar online, visualizar vídeos, ouvir música, conversar, etc.