A empresa defende que a proibição de integrar o Internet Explorer no Windows acabará por beneficiar a Google, tendo em conta que os principais concorrentes da Microsoft nesta área, a Mozilla (Firefox) e a Opera têm acordos com a empresa de Internet, que redireccionam de forma automática todas as pesquisas para os serviços daquela concorrente.
A Comissão Europeia já faz saber que está disponível para analisar todos os argumentos da Microsoft. Esta, por seu lado, não comenta a notícia avançada durante o fim-de-semana pelo Financial Times, que garante ter tido acesso ao documento de resposta.
Nesta nova acusação, a CE diz que ao juntar o IE ao Windows 7 a Microsoft está a reduzir as opções de escolha do consumidor, prejudicar a inovação e a criar uma vantagem face à concorrência.
A Microsoft parece estar a construir a sua defesa em torno da legalidade ou não do pedido europeu, tendo em conta a forte proximidade da concorrência a uma única empresa e a possibilidade que uma medida deste tipo abriria à Google, de passar ela a negociar directamente com os fabricantes de PCs para pré-definir a utilização dos seus produtos, serviços de pesquisas e browser.
De sublinhar que a Google também há muito que deixou de passar à margem das preocupações dos reguladores e tem sido alvo de constante escrutínio. Na Europa, as questões ligadas à privacidade dos dados são as mais recentes, nos Estados Unidos destaque para a monitorização dos reguladores ao negócio com a DoubleClick ou à parceria com a Yahoo.
Fonte : Tek.Sapo
A Comissão Europeia já faz saber que está disponível para analisar todos os argumentos da Microsoft. Esta, por seu lado, não comenta a notícia avançada durante o fim-de-semana pelo Financial Times, que garante ter tido acesso ao documento de resposta.
Nesta nova acusação, a CE diz que ao juntar o IE ao Windows 7 a Microsoft está a reduzir as opções de escolha do consumidor, prejudicar a inovação e a criar uma vantagem face à concorrência.
A Microsoft parece estar a construir a sua defesa em torno da legalidade ou não do pedido europeu, tendo em conta a forte proximidade da concorrência a uma única empresa e a possibilidade que uma medida deste tipo abriria à Google, de passar ela a negociar directamente com os fabricantes de PCs para pré-definir a utilização dos seus produtos, serviços de pesquisas e browser.
De sublinhar que a Google também há muito que deixou de passar à margem das preocupações dos reguladores e tem sido alvo de constante escrutínio. Na Europa, as questões ligadas à privacidade dos dados são as mais recentes, nos Estados Unidos destaque para a monitorização dos reguladores ao negócio com a DoubleClick ou à parceria com a Yahoo.
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A Microsoft volta à Comissão Europeia de 3 a 5 de Junho, para se defender das acusações de politicas anti-concorrenciais ao integrar o Internet Explorer no Windows 7. Na bagagem, a empresa levará uma exposição oral que somará aos seus argumentos de defesa já apresentados no passado dia 28 de Abril, na chamada Declaração de Objecções.