Numa primeira fase, o DreamSpark, nome do programa, está disponível a estudantes dos EUA, Reino Unido, Bélgica, China, Finlândia, França, Alemanha e Espanha, mas a expansão está prevista.
O acesso a estas ferramentas vai permitir aos estudantes «elevarem as suas capacidades de programação», refere Joe Wilson, director da Microsoft para a iniciativa académica, «a possibilidade de criar novo software e serviços vai ser uma capacidade essencial para a nova geração de trabalhadores».
O acesso a estas “borlas” vai ser controlado, com cruzamento de dados entre as Universidades e Institutos envolvidos e os dados dos alunos têm de ser renovados anualmente.
Fonte : Exame Informática
O acesso a estas ferramentas vai permitir aos estudantes «elevarem as suas capacidades de programação», refere Joe Wilson, director da Microsoft para a iniciativa académica, «a possibilidade de criar novo software e serviços vai ser uma capacidade essencial para a nova geração de trabalhadores».
O acesso a estas “borlas” vai ser controlado, com cruzamento de dados entre as Universidades e Institutos envolvidos e os dados dos alunos têm de ser renovados anualmente.
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