A Europol (Serviço Europeu de Polícia) ajudou os países participantes na operação, coordenando as ações e fornecendo apoio no terreno, através de uma equipa móvel que permitia acesso em tempo real às suas bases de dados.
A agência policial europeia e alguns países trocaram, durante um longo período, informação sobre delinquentes identificados que operam nesta área e, ao mesmo tempo, realizaram diversas reuniões de coordenação.
Segundo a Europol, as redes de crime organizado dedicadas ao roubo de telemóveis alteram com frequência o ‘modus operandi’ para evitar serem identificadas.
A polícia aconselha os proprietários deste tipo de telefones a adotar um PIN de segurança, para evitar que os aparelhos possam ser utilizados em caso de roubo, e a instalar ou ativar aplicações que permitam localizá-los.
As autoridades que participaram na operação estão também a centrar os seus esforços no mercado de segunda mão de objetos roubados.
A Europol indicou que coordenou uma operação da polícia de oito Estados membros (Alemanha, Bélgica, Bulgária, Dinamarca, Finlândia, Irlanda, Reino Unido e Roménia) contra pessoas e grupos criminosos envolvidos no furto de ‘smartphones’.