Já em 2008 esta situação tinha sido posta em causa, na altura a Skype ainda não tinha sido adquirida pela Microsoft e tinha declarado que não conseguia intercetar as conversas mantidas pelos utilizadores visto que o serviço dispunha de forte encriptação. Agora, e após a Microsoft ter adquirido a Skype, a empresa gigante de Redmond, acusada por hackres de ter alterado a estrutura da aplicação, negou-se a dizer se vigia ou não e conversas.
Assim, e perante esta situação dúbia, o grupo pede agora que seja emitido um relatório de transparência, nos mesmos moldes do Google, devendo constar dados quantitativos sobre a transferência de informações de utilizadores do Skype para terceiros. A empresa deverá organizar por país de origem do pedido, número de pedidos feitos por governos e o tipo de dados requisitados e a proporção de pedidos que foram aceites.
Assim, e perante esta situação dúbia, o grupo pede agora que seja emitido um relatório de transparência, nos mesmos moldes do Google, devendo constar dados quantitativos sobre a transferência de informações de utilizadores do Skype para terceiros. A empresa deverá organizar por país de origem do pedido, número de pedidos feitos por governos e o tipo de dados requisitados e a proporção de pedidos que foram aceites.
Um grupo formado pela Electronic Frontier Foundation, Reporters Without Borders e GreatFire.org, entre outros, decidiu avançar com a redação de uma carta dirigida a Tony Bates, presidente do Skype, Brendon Lynch, diretor de privacidade da Microsoft e Brad Smith, conselheiro da empresa pedindo uma maior transparência por parte da companhia.