Mostrando produtos por etiqueta: redes sociais
75% dos jovens portugueses criou o primeiro perfil nas redes sociais com menos de 16 anos
Nesta semana em que se celebra o Dia Mundial das Redes Sociais, a WIKO, empresa europeia de smartphones, quis perceber a forma como os jovens portugueses utilizam as redes sociais e para que recorrem às mesmas, maioritariamente. Através de uma sondagem nas suas redes sociais, a marca descobriu que 75% destes jovens criou o seu primeiro perfil nas redes sociais com menos de 16 anos (idade mínima proposta pelo governo português para utilização de redes sociais sem acompanhamento familiar) e que apenas 8% o fez após os 20 anos. Entre essas duas idades, 18% dos jovens criaram o seu primeiro perfil.
Especialista da ESET revela perigos da partilha de informação nas redes sociais
Nos últimos meses, a quantidade de informação que partilhamos nas redes sociais, e a forma potencialmente pouco ética como ela pode ser usada, esteve na ordem do dia. E a verdade é que uma parte substancial do problema está em nós e na forma como partilhamos a informação com os outros.
Kaspersky alerta para o perigo da partilha de dados de crianças nas redes sociais
Os pais preocupam-se com a alimentação, tapam as tomadas lá de casa e escondem os produtos químicos perigosos, entre tantas outras coisas, mas, e quanto à sua identidade digital?
Os dados são surpreendentes uma vez que, segundo um recente estudo da Orange sobre Sharenting (Sharing+Parenting), ao atingir os seis meses, 81% dos bebés já está presente na Internet. E, antes dos dois anos, 5% tem um perfil próprio no Facebook… É claro que a Internet e as redes sociais representam uma série de desafios aos pais, tendo em conta o impacto que a sobre-exposição pode ter nos seus filhos, e a cibersegurança não deve ser descorada.
Estudo conclui que pais devem controlar publicações das crianças nas redes sociais
“Os pais devem salvaguardar os direitos de personalidade das crianças nas redes sociais, evitando divulgar fotografias dos próprios filhos e controlando as partilhas que estes fazem de alguns conteúdos”, defende um estudo de Rossana Martingo Cruz, professora da Escola de Direito da Universidade do Minho.