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A NATO formalizou uma nova parceria estratégica em cibersegurança com o objetivo de reforçar a resiliência coletiva das nações aliadas face ao crescente volume e sofisticação das ameaças digitais. Esta iniciativa de natureza não comercial, anunciada durante a Conferência Internacional sobre Conflitos Cibernéticos (CyCon) na Estónia, conta com a integração de três gigantes da indústria da cibersegurança: a europeia ESET, a Microsoft e a Palo Alto Networks.

A Microsoft tomou a decisão de encerrar o uso interno do assistente de inteligência artificial Claude Code, finalizando um projeto piloto iniciado em dezembro de 2025. A medida, que entra em vigor até 30 de junho de 2026, afeta diretamente a divisão de "Experiências e Dispositivos" - responsável pelo desenvolvimento do Windows, Microsoft 365 e Teams. Os colaboradores desta área foram instruídos a abandonar a ferramenta externa e a migrar os seus fluxos de trabalho para o GitHub Copilot CLI, uma solução integrada no ecossistema da empresa.

Um investigador independente publicou um novo exploit que compromete totalmente sistemas Windows atualizados, utilizando uma vulnerabilidade crítica com seis anos que foi originalmente descoberta pela equipa do Google Project Zero. O autor da partilha, conhecido na comunidade de cibersegurança pelas suas ações retaliatórias contra a Microsoft, revelou que a falha de segurança nunca foi devidamente corrigida pela tecnológica de Redmond ou que, por motivos desconhecidos, a respetiva correção acabou por ser silenciosamente revertida em pacotes de atualização de sistema posteriores.

A Microsoft iniciou uma reformulação visual e de identidade subtil, mas altamente simbólica, na sua divisão de videojogos. A marca, historicamente reconhecida pela grafia tradicional "Xbox", começou a alterar a sua assinatura e tipografia nas principais plataformas oficiais e redes sociais, como o X (antigo Twitter), adotando agora a designação inteiramente em letras maiúsculas: XBOX. Esta mudança na capitalização, embora possa parecer um mero detalhe estético à primeira vista, sinaliza uma reestruturação na forma como a gigante tecnológica posiciona o seu ecossistema de gaming perante o mercado mundial.

A Microsoft iniciou os testes para uma das funcionalidades mais requisitadas pelos utilizadores desde o lançamento do Windows 11: a possibilidade de mover e redimensionar a barra de tarefas. Após anos de insistência por parte da comunidade e até de antigos executivos da empresa, a barra de tarefas deixa de estar obrigatoriamente fixa na parte inferior do ecrã. Esta alteração surge integrada na mais recente versão de testes do sistema operativo (Build 26300.8493) e faz parte de uma iniciativa mais ampla de modernização da interface, denominada internamente como o projeto Windows K2.

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