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Uma em cada três vulnerabilidades críticas continua por corrigir um mês após deteção
O mais recente relatório de investigação sobre violações de dados (DBIR) da Verizon, apoiado por dados do estudo "The broken Physics of Remediation" da Qualys, revela um panorama preocupante na cibersegurança global: cerca de 35% das vulnerabilidades críticas continuam por corrigir um mês após a sua deteção. Os números demonstram que os modelos tradicionais de mitigação de risco estão a atingir o seu limite.
A análise, que teve por base mais de mil milhões de registos anónimos associados ao catálogo de vulnerabilidades exploradas ativamente da CISA (KEV), indica que mais de um terço das falhas conhecidas permanecem abertas 28 dias após a sua inclusão na lista oficial.
Como o Python está a transformar a administração de redes e sistemas
A gestão de infraestruturas de TI está a viver uma mudança de paradigma, onde a configuração manual via linha de comando (CLI) dá lugar à escalabilidade do código. Esta transformação é essencial para lidar com a complexidade dos centros de dados modernos e ambientes em nuvem, criando uma ponte vital entre a administração de sistemas tradicionais e o desenvolvimento de software. Ao adotar a automação, o profissional deixa de realizar tarefas repetitivas e passa a focar-se no design estratégico, garantindo que a rede seja não apenas funcional, mas também reprodutível e eficiente.
Nova solução da Exabeam deteta anomalias em agentes de Inteligência Artificial
A Exabeam anunciou a expansão das suas capacidades de Agent Behavior Analytics (ABA) para abranger agentes de Inteligência Artificial desenvolvidos no Google Cloud. À medida que os sistemas autónomos ganham espaço nas organizações, interagindo entre si e acedendo a dados sensíveis, surge um novo e complexo desafio para a cibersegurança. Esta atualização tecnológica tem como objetivo primordial devolver às equipas de segurança a visibilidade necessária sobre ecossistemas operacionais que, até agora, eram difíceis de monitorizar e auditar.
Lenovo prova que a IA já reduziu custos de logística em 42% nas suas fábricas globais
O setor da produção industrial encontra-se sob uma pressão sem precedentes para otimizar a sua eficiência e contornar a volatilidade das cadeias de abastecimento globais. A Inteligência Artificial deixou de ser um projeto futurista para se afirmar como uma urgência operacional inadiável. Com 94% dos fabricantes a planearem aumentar o seu investimento em IA já em 2026 e a preverem um retorno de 2,86 dólares por cada dólar gasto, o mercado exige agora soluções reais e escaláveis. É precisamente para dar resposta a esta exigência que a Lenovo, em estreita parceria com a NVIDIA, marcou presença na Hannover Messe 2026.
Falta de talento continua a travar a revolução da IA nas empresas
As empresas encontram-se num ponto de viragem crítico na adoção de Inteligência Artificial (IA), pressionadas a abandonar a fase de mera experimentação para integrarem de forma profunda esta tecnologia no coração das suas operações. As conclusões constam da edição de 2026 do estudo The State of AI in the Enterprise: The Untapped Edge, conduzido pela Deloitte, que revela um desfasamento entre o ritmo de adoção de novas tecnologias e a verdadeira transformação estrutural dos negócios. Atualmente, a grande maioria das organizações limita-se a utilizar a IA para melhorar a eficiência e automatizar tarefas básicas, sendo raras as que estão a aproveitar este momento para redesenhar modelos de negócio e funções laborais.
