O MEO anunciou o lançamento, em regime de pré-acesso, da funcionalidade de fatiamento de rede (network slicing) na sua infraestrutura 5G Standalone (5G SA), comercialmente designada como 5G+. Este projeto-piloto, batizado de "MEO Priority Pass powered by 5G+", marca uma etapa fundamental na evolução tecnológica das comunicações móveis em Portugal. O objetivo central é testar, em ambiente real, a criação de segmentos de rede dedicados para garantir experiências de utilização diferenciadas, estáveis e altamente fiáveis.
O Centro Nacional de Cibersegurança do Reino Unido (NCSC) emitiu um alerta urgente direcionado a organizações de todos os setores, reforçando a necessidade crítica da aplicação imediata de patches de segurança. O aviso surge após a identificação de vulnerabilidades de severidade extrema que estão a ser ativamente exploradas por grupos de piratas informáticos. A agência sublinha que o atraso na atualização de sistemas críticos pode resultar em intrusões profundas, roubo de dados sensíveis e paragens operacionais prolongadas.
Uma nova e perigosa vaga de ciberataques está a colocar em risco milhões de websites a nível global, após a descoberta de uma vulnerabilidade crítica em componentes de infraestrutura web amplamente utilizados. A falha foi identificada no final de abril e, desde então, grupos de piratas informáticos têm explorado ativamente esta brecha para comprometer a integridade de páginas de internet. A situação é considerada de alta gravidade devido à facilidade com que o ataque pode ser automatizado e replicado em larga escala, visando plataformas de gestão de conteúdos (CMS) populares.
O relatório global "Anatomy of a Cyber World" da Kaspersky, referente aos dados de 2025, revela que o setor governamental e o industrial lideraram a lista de alvos de ciberataques de elevada gravidade. Pelo segundo ano consecutivo, os organismos públicos foram o alvo principal, representando 19% dos incidentes registados. Logo a seguir, com 17%, surge o setor industrial. Esta tendência confirma que os atacantes estão a focar-se em alvos estratégicos que detêm dados geopolíticos sensíveis e gerem infraestruturas críticas.
O paradigma da cibersegurança empresarial está a mudar radicalmente. De acordo com o mais recente estudo da Kaspersky, "Supply chain reaction", as organizações olham agora para os seus fornecedores como parte integrante de um ecossistema de segurança único e inseparável. Para garantir uma proteção eficaz contra ciberataques, mais de dois terços das empresas globais assumem já estar dispostas a abrir os cordões à bolsa para investir diretamente na cibersegurança dos seus próprios parceiros de negócio.
