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Os hackers recorrem cada vez mais aos sistemas de armazenamento na Cloud como o Google Drive para levar a cabo campanhas de phishing mais eficazes e convincentes. Esta é uma das principais descobertas do relatório da Kaspersky sobre Spam e Phishing relativo ao segundo trimestre de 2019. O relatório também revela que os hackers recorrem a técnicas de maior sofisticação para enfraquecer a reputação online no caso de as empresas não cederem à chantagem que lhes está a ser feita.

Segundo os dados da Kaspersky, no segundo trimestre de 2019 Portugal foi o quinto país que sofreu mais atraques de phishing em todo o mundo. Grécia foi o país com maior percentagem (26,20%) no que diz respeito à ativação de sistemas antiphishing entre abril e junho deste ano. Seguem-se a Venezuela (25,67%), o Brasil (20,86%), Austrália (17,73%), Portugal (17,47%) e Espanha (15,85%).

A Dell anunciou esta semana que a sua loja online sofreu um incidente de segurança no início do passado mês de novembro. De acordo com as informações disponibilizadas, um grupo de hackers conseguiu aceder aos sistemas e terá conseguido aceder às informações dos clientes da loja online e do suporte técnico da Dell, nomeadamente os nomes, emails e passwords.

Apesar deste alerta, a Dell informa que até ao momento não existem vestígios que levem a concluir que tenham sido roubados os dados referidos, no entanto podem ter sido roubadas algumas informações. A empresa afirma que os dados referentes a cartões de crédito e outros detalhes confidenciais não foram acedidos.

Um grupo de investigadores de segurança, revelaram ter descoberto uma nova forma de infetar computadores e que passam pelo recurso da colocação de vídeos em documentos do Microsoft Word.

Segundo revelaram os especialistas, os hackers aproveitam-se de uma vulnerabilidade no recurso Vídeo Online existente no Word e que permite, de forma fácil, a inclusão de um vídeo remoto (como por exemplo do Youtube) para que possa ser reproduzido diretamente no documento.

O fenómeno das criptomoedas e o aumento de um público interessado no mesmo nunca passaria despercebido aos hackers. Para atingir os seus objetivos maliciosos, os hackers recorrem a clássicas técnicas de phishing que vão além dos típicos cenários utilizados anteriormente. Inspirando-se nos investimentos ICO (Initial Coin Offering – Oferta de Moeda Inicial) e na distribuição gratuita de criptomoedas, os hackers conseguem beneficiar igualmente de investidores de criptomoedas e novatos.

Foi descoberto no Brasil que foram infetados 200 mil routers da MikroTik com um código modificado para que fossem postas “em produção” criptomoedas.

O código terá sido colocado a circular por hackers, e, segundo revelou a empresa de segurança Trustwave, foi usado o Coinhive, um script capaz de por os dispositivos a “minerar” moedas virtuais.

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