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Kaspersky partilha hábitos para as empresas diminuírem o risco de ransomware
O ransomware pode parecer um problema apenas das grandes e conhecidas empresas, mas diversas investigações têm demonstrado que existem vários motivos para que também as pequenas e médias empresas (PME) estejam cientes deste problema e saibam defender-se contra ele. Desta forma, no Dia do Anti-Ransomware, a Kaspersky partilha alguns hábitos de segurança a ter em conta.
De acordo com os últimos dados da Kaspersky, em Portugal, o ransomware aumentou cerca de 1% entre 2019 (1,69%) e 2020 (2,65%), no que diz respeito aos ataques realizados contra utilizadores, tendo em conta vários tipos de dispositivos tecnológicos e não apenas dispositivos mobile. Com este número a crescer, tanto utilizadores individuais, como empresas devem continuar a reforçar a sua segurança.
Ataques direcionados de ransomware aumentam 767%
Entre 2019 e 2020, o número de utilizadores de serviços da Kaspersky que se depararam com ataques direcionados de ransomware - malware utilizado para extorquir alvos de grande visibilidade, como grandes empresas, organizações governamentais e organizações municipais - aumentou em 767%. Este aumento foi também acompanhado de uma diminuição de 29% no número total de utilizadores afetados por qualquer tipo de ransomware, sendo o WannaCry a família mais encontrada. Estas são algumas das principais conclusões do mais recente relatório da Kaspersky sobre o panorama do ransomware.
Sophos revela que recuperar de ataques de ransomware custa cerca de mais de 1.5 milhões de euros
A Sophos , líder global em cibersegurança de próxima geração, anunciou hoje as conclusões da sua investigação global “The State of Ransomware 2021”, que revela que, em média, o custo total da recuperação de um ataque de ransomware mais do que duplicou em apenas um ano – aumentando de 630.969 euros em 2020 para 1.53 milhões de dólares em 2021. O pagamento médio de um resgate, por si só, situa-se nos 141.267 dólares. As conclusões globais também revelam que apenas 8% das empresas conseguiram recuperar todos os seus dados após pagarem um resgate, e 29% apenas puderam recuperar metade deles.
Ransomware é o principal risco cibernético para empresas e setor segurador
A Aon, empresa líder mundial de serviços profissionais nas áreas do risco, reforma e saúde, divulga o 2021 Cyber Security Risk Report, que identifica os principais riscos cibernéticos enfrentados pelas organizações, ao mesmo tempo que analisa como estas estão a gerir estas ameaças ao nível da segurança cibernética. Da análise efetuada, conclui-se que o ransomware se tornou o principal risco para seguradoras e segurados, tendo registado um aumento de 400% dos episódios de ataque cibernético entre o primeiro trimestre de 2018 e o quarto trimestre de 2020.
A par do crescimento da ameaça por ransomware, o estudo releva também a ainda escassa capacidade de resposta das empresas face a este risco. De acordo com as organizações inquiridas, apenas 31% das empresas afirma ter medidas de resiliência de negócio adequadas ao risco de ransomware.
Check Point descobre ransomware para Android que se faz passar pelo FBI
Os investigadores da Check Point® Software Technologies Ltd., fornecedor líder global de soluções de ciber segurança, descobriram uma nova variante de malware para Android chamada “Black Rose Lucy”, que foi visto pela primeira vez em setembro de 2018. No total, os investigadores da empresa detetaram 80 amostras da nova variante de ‘Black Rose Lucy’ ocultas em aplicações de reprodução de vídeo que aparentemente pareciam inofensivas, aproveitando o serviço de acessibilidade do Android para instalar a sua informação sem necessidade de nenhuma interação do utilizador, criando um interessante mecanismo de auto-proteção.
