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A Kaspersky divulgou as conclusões do seu relatório "State of Ransomware 2026", revelando uma mudança profunda na estratégia dos cibercriminosos à escala global. A principal tendência aponta para o abandono progressivo da encriptação tradicional de ficheiros em prol da extorsão pura de dados. Em vez de bloquearem os sistemas operacionais, os atacantes estão agora focados em roubar informação confidencial e ameaçar a sua divulgação pública, capitalizando a pressão reputacional e as sanções regulatórias para obrigar as organizações ao pagamento de resgates.

A Commvault anunciou uma parceria estratégica com a CloudSEK para integrar inteligência preditiva de ameaças baseada em IA nas suas soluções de resiliência de dados. O objetivo principal desta colaboração é combater proativamente os ciberataques focados na identidade, que atualmente representam cerca de 80% das violações de segurança a nível global, alimentados por mais de 24 mil milhões de credenciais roubadas que circulam na dark web.

A utilização de endereços de e-mail descartáveis está a tornar-se uma defesa essencial no atual panorama de cibersegurança, especialmente após os dados da NordStellar revelarem que 501 milhões de endereços únicos foram expostos na dark web em 2025. Segundo Domininkas Virbickas, diretor de produto da NordVPN, a reutilização do e-mail principal em múltiplos serviços aumenta drasticamente a exposição em caso de violação de dados, tornando as alternativas temporárias uma solução prudente para 2026.

Um novo estudo da NordVPN revela que janeiro se consolidou como o mês de maior atividade para cibercriminosos que exploram fraudes românticas. Através de uma análise plurianual de fóruns na dark web e canais do Telegram, os investigadores detetaram um pico na partilha de táticas, ferramentas e serviços de automação no início do ano.

Em 2025, a Europa registou um volume alarmante de mais de 130 milhões de cliques em links de phishing, segundo dados da Kaspersky. Embora muitos destes ataques tenham sido intercetados, a empresa alerta que a falta de proteção em muitos dispositivos permite que os cibercriminosos continuem a enganar utilizadores para obterem credenciais, dados pessoais e informações bancárias.

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