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Os mineiros de criptomoedas são, atualmente, uma tendência recorrente no mundo de cibersegurança. Este software especialista em mineração cria novas moedas recorrendo à energia do computador ou de outros dispositivos móveis da vítima.

No segundo trimestre de 2018, botnets de DDoS atacaram recursos online em 74 países. Pela primeira vez, desde que há registo, Hong Kong entrou no top três de países mais atacados, ocupando o segundo lugar com 17% do total de ataques DDoS com auxílio a botnets, um número cinco vezes superior ao registado anteriormente.

Uma nova ameaça está a circular na internet, estando particularmente direcionada a todos os que apostam na utilização de criptomoeadas.

Identificado como CryptoCurrency Clipboard Hijacker, esta ameaça limita-se a monitorizar os endereços de criptomoedas através do “clipboard” do sistema operativo Windows.

Atualmente os criptojackers baseados na web são o tipo de ciberataque mais comum em todo o mundo. Desde 2017, o mundo tem assistido a uma série de campanhas difundidas pelos criptojackers através do malspam e dos exploit kits. No entanto, segundo a Check Point® Software Technologies Ltd., o maior fabricante mundial especializado em cibersegurança, nos próximos meses veremos novas ciberameaças Gen V baseadas na mineração e no mercado das criptomoedas.

Um grupo de investigadores de segurança revelaram esta semana que foi detetada uma falha no Microsoft Word que está a ser usada para minerar criptomoedas.

Segundo foi divulgado, esta falha de segurança está presente na opção que permite que o utilizador coloque vídeos nos documentos do Word a partir da internet. Este recurso foi criado pela Microsoft para que os fosse possível inserir vídeos facilmente a partir dos códigos de inserção de vídeos do Bing. Porém, este recurso, está a ser usado para vídeos com códigos modificados para minerar criptomoedas.

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