Curiosamente, esta revelação vai, precisamente, no sentido contrario da opinião dos pais, que, na sua maioria, considerava os sites como sendo de baixo risco.
Em paralelo, este estudo concluiu que metade das empresas e sites analisados melhoraram as configurações de privacidade e as funções de reportar conteúdos inadequados.
Este estudo revelou ainda um pormenor interessante, apontando que 78% das crianças admitiram aderir a redes sociais antes de terem idade para o fazer e que isso acabou por deixá-los mais vulneráveis aos conteúdos nocivos.
Um estudo levado a cabo pela Net Aware avaliou as respostas realizadas a cerca de 1725 alunos e de 500 pais e onde foram analisados 50 dos sites mais populares. Foram verificados os riscos que estes representavam para as crianças ao nível da exposição a conteúdos impróprios.