Também o social-democrata Agostinho Branquinho alegou que os serviços têm o descritivo dos movimentos da sua caixa de correio electrónico, com os assuntos das mensagens registados, mas José Lello continua a assegurar que o acesso a essa informação é apenas permitido a um técnico de informática e mediante o requerimento do próprio deputado.
«O sistema é isento e transparente», defende o responsável, que, apesar de não ter estado presente na reunião de quarta-feira, foi informado das queixas e vai levar o presidente da comissão aos serviços, para «verificar que estão a ser cumpridos os preceitos da lei». No entanto, para já, a única alteração admitida à Internet no Parlamento é a possibilidade de levantamento do filtro, que serve para proibir o acesso a sites de conteúdo duvidoso a partir da AR.
Contudo, os deputados queixaram-se que o filtro barrava o acesso também a páginas inócuas, o que dificultava o seu trabalho, além de argumentarem que se sentiam «castrados na sua liberdade e no exercício político das suas funções». Assim, quem quiser desabilitar o filtro, pode fazê-lo, desde que entregue um requerimento a justificar o seu pedido.
Fonte : Diario Digital
«O sistema é isento e transparente», defende o responsável, que, apesar de não ter estado presente na reunião de quarta-feira, foi informado das queixas e vai levar o presidente da comissão aos serviços, para «verificar que estão a ser cumpridos os preceitos da lei». No entanto, para já, a única alteração admitida à Internet no Parlamento é a possibilidade de levantamento do filtro, que serve para proibir o acesso a sites de conteúdo duvidoso a partir da AR.
Contudo, os deputados queixaram-se que o filtro barrava o acesso também a páginas inócuas, o que dificultava o seu trabalho, além de argumentarem que se sentiam «castrados na sua liberdade e no exercício político das suas funções». Assim, quem quiser desabilitar o filtro, pode fazê-lo, desde que entregue um requerimento a justificar o seu pedido.
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O vice-presidente da bancada socialista na Assembleia da República (AR), António Galamba, garante que recebe e-mails já abertos, acrescentando que não é o único deputado a ter «dúvidas sobre a segurança do sistema informático» no Parlamento.