O objetivo é claro: mostrar como comportamentos aparentemente inofensivos, como partilhar fotos, seguir tendências ou fazer compras online, podem abrir portas a ataques de phishing, malware ou roubo de identidade. A Kaspersky destaca casos concretos como a partilha excessiva de informações nas redes sociais, o FOMO (medo de ficar de fora) que leva a clicar em links suspeitos, a popularidade de lojas de fast fashion que são alvo de esquemas fraudulentos, ou a utilização de apps de saúde mental que armazenam dados sensíveis.
A nostalgia pelos anos 2000, refletida em tendências como a moda Y2K ou os jogos retro, também tem sido explorada pelos cibercriminosos através de ficheiros falsificados que escondem malware. Mesmo os hábitos de consumo impulsivo e a dependência da tecnologia contribuem para aumentar os riscos, sobretudo quando não há atenção redobrada aos sites visitados ou às permissões dadas.
A Kaspersky sublinha que a melhor forma de defesa é a informação. Recomenda precauções como verificar URLs, evitar clicar em ofertas suspeitas e usar soluções de segurança fiáveis. Com "Case 404", pretende transformar a sensibilização em ação, promovendo uma geração digitalmente resiliente num ambiente online cada vez mais ameaçador.